Entre a terra, os laços e os algoritmos: Por que o agronegócio também precisa discutir Direito de Família
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O escritório Mascarello e Guerra Advocacia foi representado do Congresso Estadual do IBDFAM-MT, que reuniu especialistas para debater os desafios contemporâneos das relações familiares, sucessão e patrimônio em uma sociedade cada vez mais marcada pela tecnologia e pelas transformações econômicas.
Durante muitos anos, o Direito do Agronegócio e o Direito das Famílias caminharam como áreas distintas. Hoje, essa separação faz cada vez menos sentido.
Empresas familiares, grupos econômicos rurais, propriedades administradas por diferentes gerações e patrimônios construídos ao longo de décadas mostram que questões como divórcio, sucessão, partilha de bens e governança familiar passaram a ocupar espaço central nas decisões patrimoniais do campo.
Foi justamente esse cenário que norteou o Congresso Estadual do IBDFAM-MT, realizado sob o tema "Entre a terra, os laços e os algoritmos: o futuro do Direito das Famílias e Sucessões", reunindo doutrinadores de envergadura nacional, magistrados, desembargadores, advogados, professores e especialistas de diversas regiões do país para discutir os impactos das transformações sociais, tecnológicas e econômicas sobre as relações familiares.
Para o escritório Mascarello e Guerra, patrocinador do evento, acompanhar essas discussões representa parte de uma atuação voltada à proteção de patrimônio, empresas familiares e produtores rurais, especialmente em um estado como Mato Grosso, onde o agronegócio ocupa posição estratégica na economia.
Patrimônio produtivo exige uma visão além da atividade rural
Uma fazenda ou empresa rural não representa apenas um ativo econômico.
Ela concentra relações familiares, investimentos, planejamento sucessório, contratos, sociedades, imóveis e responsabilidades que atravessam diferentes gerações.
Quando uma estrutura patrimonial não está organizada, acontecimentos como um divórcio, um falecimento ou um conflito societário podem produzir reflexos diretos sobre a continuidade da atividade econômica.
Por isso, temas tradicionalmente associados ao Direito de Família passaram a integrar o planejamento patrimonial de empresários e produtores rurais.
Participação técnica no congresso
A sócia Xênia Guerra teve participação ativa na programação do congresso.
Além de presidir o painel sobre fraude à partilha, ao lado dos juristas Rolf Madaleno e Claudia Paranaguá, participou de debates voltados às novas relações patrimoniais e familiares.
Também representou o polo de Sinop junto com outras advogadas da cidade na apresentação da Carta de Enfrentamento à Violência Doméstica, apresentada na tribuna do Congresso, reforçando o compromisso da advocacia com a proteção de direitos e o fortalecimento das instituições.
Durante o evento, ainda participou da gravação de podcasts que abordaram temas como violência doméstica, mineração aplicada ao direito de família e os desafios jurídicos relacionados à fraude na partilha de bens.
Atualização que retorna para a prática
Mais do que acompanhar tendências, congressos como o IBDFAM-MT permitem discutir situações que já fazem parte da realidade de empresas familiares e propriedades rurais.
Fraudes patrimoniais, sucessão empresarial, reorganização familiar, proteção de bens, conflitos decorrentes de divórcios e novas formas de estruturação patrimonial são temas que exigem atualização constante diante da evolução da legislação e da jurisprudência.
Para os sócios do escritório Mascarello e Guerra, participar desses espaços significa ampliar a capacidade técnica para atender produtores rurais, empresários e famílias empresárias que enfrentam questões patrimoniais complexas, oferecendo uma atuação conectada às transformações que moldam o presente e o futuro do Direito.
Durante muitos anos, o Direito do Agronegócio e o Direito das Famílias caminharam como áreas distintas. Hoje, essa separação faz cada vez menos sentido.
Empresas familiares, grupos econômicos rurais, propriedades administradas por diferentes gerações e patrimônios construídos ao longo de décadas mostram que questões como divórcio, sucessão, partilha de bens e governança familiar passaram a ocupar espaço central nas decisões patrimoniais do campo.
Foi justamente esse cenário que norteou o Congresso Estadual do IBDFAM-MT, realizado sob o tema "Entre a terra, os laços e os algoritmos: o futuro do Direito das Famílias e Sucessões", reunindo doutrinadores de envergadura nacional, magistrados, desembargadores, advogados, professores e especialistas de diversas regiões do país para discutir os impactos das transformações sociais, tecnológicas e econômicas sobre as relações familiares.
Para o escritório Mascarello e Guerra, patrocinador do evento, acompanhar essas discussões representa parte de uma atuação voltada à proteção de patrimônio, empresas familiares e produtores rurais, especialmente em um estado como Mato Grosso, onde o agronegócio ocupa posição estratégica na economia.
Patrimônio produtivo exige uma visão além da atividade rural
Uma fazenda ou empresa rural não representa apenas um ativo econômico.
Ela concentra relações familiares, investimentos, planejamento sucessório, contratos, sociedades, imóveis e responsabilidades que atravessam diferentes gerações.
Quando uma estrutura patrimonial não está organizada, acontecimentos como um divórcio, um falecimento ou um conflito societário podem produzir reflexos diretos sobre a continuidade da atividade econômica.
Por isso, temas tradicionalmente associados ao Direito de Família passaram a integrar o planejamento patrimonial de empresários e produtores rurais.
Participação técnica no congresso
A sócia Xênia Guerra teve participação ativa na programação do congresso.
Além de presidir o painel sobre fraude à partilha, ao lado dos juristas Rolf Madaleno e Claudia Paranaguá, participou de debates voltados às novas relações patrimoniais e familiares.
Também representou o polo de Sinop junto com outras advogadas da cidade na apresentação da Carta de Enfrentamento à Violência Doméstica, apresentada na tribuna do Congresso, reforçando o compromisso da advocacia com a proteção de direitos e o fortalecimento das instituições.
Durante o evento, ainda participou da gravação de podcasts que abordaram temas como violência doméstica, mineração aplicada ao direito de família e os desafios jurídicos relacionados à fraude na partilha de bens.
Atualização que retorna para a prática
Mais do que acompanhar tendências, congressos como o IBDFAM-MT permitem discutir situações que já fazem parte da realidade de empresas familiares e propriedades rurais.
Fraudes patrimoniais, sucessão empresarial, reorganização familiar, proteção de bens, conflitos decorrentes de divórcios e novas formas de estruturação patrimonial são temas que exigem atualização constante diante da evolução da legislação e da jurisprudência.
Para os sócios do escritório Mascarello e Guerra, participar desses espaços significa ampliar a capacidade técnica para atender produtores rurais, empresários e famílias empresárias que enfrentam questões patrimoniais complexas, oferecendo uma atuação conectada às transformações que moldam o presente e o futuro do Direito.



