Ex-secretária na gestão Silval, advogada alvo de operação cumpre acordo e TJ libera apartamento
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A desembargadora Juanita Cruz da Silva Clait Duarte, do Tribunal de Justiça (TJMT), desbloqueou um apartamento com vaga na garagem da advogada Vanessa Rosin Figueiredo, ex-secretária adjunta da Secretaria de Estado de Trabalho e Assistência Social (Setas), acusada pela Operação Arqueiro de integrar esquema de recebimento de propina na gestão do ex-governador Silval Barbosa.
Em ordem proferida no último dia 2, a magistrada constatou que Vanessa cumpriu as cláusulas do Acordo de Não Persecução Penal com o Ministério Público do Estado (MPE), dentre elas o pagamento de R$ 20 mil, como forma de dar fim ao processo penal.
Operação Arqueiro foi deflagrada em 2014 pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) contra esquema que teria desviado R$ 2,8 milhões da Setas entre 2011 e 2014, durante a gestão do ex-governador Silval Barbosa. Conforme a denúncia, Vanessa teria negociado R$ 50 mil oriundos do convênio nº 03/2013, vinculado ao programa Qualifica Mato Grosso VIII/IDH, cujo pagamento seria uma contrapartida para que ela viabilizasse celebração de contratos sem licitação.
A defesa solicitou a revogação da indisponibilidade que recaía sobre quatro terrenos em Várzea Grande e um apartamento com vaga de garagem em Cuiabá, que agora foi concedido por Juanita, da Terceira Câmara Criminal.
Fonte: Olhar Direto
Em ordem proferida no último dia 2, a magistrada constatou que Vanessa cumpriu as cláusulas do Acordo de Não Persecução Penal com o Ministério Público do Estado (MPE), dentre elas o pagamento de R$ 20 mil, como forma de dar fim ao processo penal.
Operação Arqueiro foi deflagrada em 2014 pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) contra esquema que teria desviado R$ 2,8 milhões da Setas entre 2011 e 2014, durante a gestão do ex-governador Silval Barbosa. Conforme a denúncia, Vanessa teria negociado R$ 50 mil oriundos do convênio nº 03/2013, vinculado ao programa Qualifica Mato Grosso VIII/IDH, cujo pagamento seria uma contrapartida para que ela viabilizasse celebração de contratos sem licitação.
A defesa solicitou a revogação da indisponibilidade que recaía sobre quatro terrenos em Várzea Grande e um apartamento com vaga de garagem em Cuiabá, que agora foi concedido por Juanita, da Terceira Câmara Criminal.
Fonte: Olhar Direto
Publicado originalmente em infoverus.com.br



