Fachin reúne ministros do TSE em meio a tensão no STF às vésperas da eleição
Encontro ocorre após Flávio Dino derrubar decisão de André Mendonça sobre publicações envolvendo Nossa Senhora Aparecida e Flávio Bolsonaro
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O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, se reúne nesta segunda-feira (28) com os ministros André Mendonça, Kassio Nunes Marques e Dias Toffoli, que também integram o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O encontro ocorre em meio às divergências entre integrantes do Supremo e à preocupação com possíveis reflexos na condução da Justiça Eleitoral a poucos dias das eleições.
A reunião acontece um dia depois de Flávio Dino derrubar uma decisão de André Mendonça que havia determinado a remoção de publicações na internet relacionadas a Nossa Senhora Aparecida e ao senador Flávio Bolsonaro. Dino entendeu que a medida deveria ser revertida em razão da liberdade de expressão e religiosa.
O episódio aumentou a tensão entre os ministros. A determinação de Mendonça vigorou por algumas horas, até ser suspensa pela decisão de Dino. O caso envolveu uma publicação feita pelo humorista Antonio Tabet sobre Nossa Senhora Aparecida, que havia sido alvo de pedido de remoção apresentado por Flávio Bolsonaro.
No encontro com Fachin, Mendonça deverá expor seu incômodo com a decisão de Dino. Kassio Nunes Marques, que preside o TSE, também pretende tratar da relação entre decisões do STF e processos eleitorais, segundo informações divulgadas nesta segunda-feira.
Fachin, por sua vez, deverá discutir a escalada das divergências entre os ministros e seus possíveis efeitos sobre o TSE. Mendonça, Nunes Marques e Toffoli integram a composição da Corte Eleitoral, o que faz com que os conflitos internos do Supremo tenham potencial de repercutir também na condução das eleições.
O caso envolvendo Nossa Senhora Aparecida passou a ser um dos episódios que evidenciam a divergência entre decisões de ministros do STF que também atuam na Justiça Eleitoral. A situação ocorre a poucos dias do primeiro turno das eleições de 2026.
Segundo informações sobre o encontro, interlocutores próximos a Fachin alertaram para o risco de dificuldades de governança no TSE diante do agravamento das divergências. Também foi levantada a possibilidade de que Mendonça e Nunes Marques tenham sua atuação na Corte Eleitoral afetada caso o conflito avance.
Em um eventual afastamento dos dois ministros, os substitutos indicados no cenário apresentado seriam Gilmar Mendes, Cristiano Zanin e Flávio Dino, nessa ordem.
Com a eleição marcada para o próximo domingo, 4 de outubro, a reunião ocorre em uma semana considerada decisiva para a relação entre os ministros do STF e a atuação do TSE.
A reunião acontece um dia depois de Flávio Dino derrubar uma decisão de André Mendonça que havia determinado a remoção de publicações na internet relacionadas a Nossa Senhora Aparecida e ao senador Flávio Bolsonaro. Dino entendeu que a medida deveria ser revertida em razão da liberdade de expressão e religiosa.
O episódio aumentou a tensão entre os ministros. A determinação de Mendonça vigorou por algumas horas, até ser suspensa pela decisão de Dino. O caso envolveu uma publicação feita pelo humorista Antonio Tabet sobre Nossa Senhora Aparecida, que havia sido alvo de pedido de remoção apresentado por Flávio Bolsonaro.
No encontro com Fachin, Mendonça deverá expor seu incômodo com a decisão de Dino. Kassio Nunes Marques, que preside o TSE, também pretende tratar da relação entre decisões do STF e processos eleitorais, segundo informações divulgadas nesta segunda-feira.
Fachin, por sua vez, deverá discutir a escalada das divergências entre os ministros e seus possíveis efeitos sobre o TSE. Mendonça, Nunes Marques e Toffoli integram a composição da Corte Eleitoral, o que faz com que os conflitos internos do Supremo tenham potencial de repercutir também na condução das eleições.
O caso envolvendo Nossa Senhora Aparecida passou a ser um dos episódios que evidenciam a divergência entre decisões de ministros do STF que também atuam na Justiça Eleitoral. A situação ocorre a poucos dias do primeiro turno das eleições de 2026.
Segundo informações sobre o encontro, interlocutores próximos a Fachin alertaram para o risco de dificuldades de governança no TSE diante do agravamento das divergências. Também foi levantada a possibilidade de que Mendonça e Nunes Marques tenham sua atuação na Corte Eleitoral afetada caso o conflito avance.
Em um eventual afastamento dos dois ministros, os substitutos indicados no cenário apresentado seriam Gilmar Mendes, Cristiano Zanin e Flávio Dino, nessa ordem.
Com a eleição marcada para o próximo domingo, 4 de outubro, a reunião ocorre em uma semana considerada decisiva para a relação entre os ministros do STF e a atuação do TSE.
Publicado originalmente em infoverus.com.br



