Gaeco cumpre 21 mandados de busca e apreensão e bloqueia R$ 120 milhões na 3ª fase da Operação Safra Desviada
Terceira fase da investigação cumpriu 21 mandados em seis municípios de Mato Grosso e apura suposto desvio de grãos do Grupo Lermen
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O Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco-MT) cumpriu 21 mandados de busca e apreensão nesta quinta-feira (13), durante a terceira fase da Operação Safra Desviada. As ordens foram cumpridas em Sorriso, Sinop, Lucas do Rio Verde, Boa Esperança do Norte, Ipiranga do Norte e Tabaporã.
A investigação apura um suposto esquema de desvio de cargas de grãos pertencentes ao Grupo Lermen. Além das buscas, a Justiça determinou o bloqueio de mais de R$ 120 milhões em bens e ativos financeiros dos investigados, como forma de garantir o ressarcimento dos prejuízos e preservar valores relacionados aos crimes ainda investigados.
Segundo o Gaeco, o grupo atuava de maneira organizada para retirar cargas de grãos do Grupo Lermen. Os investigados teriam se aproveitado dos cargos e funções que ocupavam nas empresas envolvidas para facilitar os desvios.
As medidas judiciais foram autorizadas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias do Polo de Sinop. A decisão também determinou a indisponibilidade do patrimônio dos investigados.
A terceira fase da operação é conduzida pelo Gaeco, com apoio de equipes dos 3º, 8º e 14º Comandos Regionais da Polícia Militar.
O Gaeco é uma força-tarefa permanente coordenada pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), com participação das polícias Civil, Militar e Penal, além do Sistema Socioeducativo.
A investigação apura um suposto esquema de desvio de cargas de grãos pertencentes ao Grupo Lermen. Além das buscas, a Justiça determinou o bloqueio de mais de R$ 120 milhões em bens e ativos financeiros dos investigados, como forma de garantir o ressarcimento dos prejuízos e preservar valores relacionados aos crimes ainda investigados.
Segundo o Gaeco, o grupo atuava de maneira organizada para retirar cargas de grãos do Grupo Lermen. Os investigados teriam se aproveitado dos cargos e funções que ocupavam nas empresas envolvidas para facilitar os desvios.
As medidas judiciais foram autorizadas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias do Polo de Sinop. A decisão também determinou a indisponibilidade do patrimônio dos investigados.
A terceira fase da operação é conduzida pelo Gaeco, com apoio de equipes dos 3º, 8º e 14º Comandos Regionais da Polícia Militar.
O Gaeco é uma força-tarefa permanente coordenada pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), com participação das polícias Civil, Militar e Penal, além do Sistema Socioeducativo.
Publicado originalmente em infoverus.com.br


