Impostômetro de Mato Grosso atinge R$ 40 bilhões em tributos antes do previsto
2 min de leitura

Mato Grosso alcançou no dia 3 de setembro de 2026 a marca de R$ 40 bilhões em tributos arrecadados, um feito que ocorreu oito dias antes do que em 2025. O desempenho reflete o vigor da economia estadual e a força da circulação de mercadorias e serviços, especialmente em setores ligados ao comércio e à produção. Segundo dados oficiais, o crescimento foi de 3,44% em relação ao mesmo período do ano passado, quando o total arrecadado chegou a R$ 58,2 bilhões ao longo do ano.
A capital Cuiabá lidera a arrecadação municipal, com R$ 830 milhões, seguida por Rondonópolis (R$ 224 milhões), Sinop (R$ 167 milhões), Várzea Grande (R$ 118 milhões), Sorriso (R$ 91 milhões) e Lucas do Rio Verde (R$ 88 milhões). Esses números mostram não apenas a concentração de receitas na capital, mas também o avanço dos polos regionais, que vêm ampliando sua participação na economia estadual.
No cenário nacional, Mato Grosso responde por cerca de 1,25% dos R$ 2,73 trilhões arrecadados em tributos no Brasil até agora. A principal fonte de receita estadual continua sendo o ICMS, ligado à circulação de mercadorias e serviços, enquanto no âmbito federal destacam-se o Imposto de Renda e as contribuições previdenciárias. Nos municípios, ISS e IPTU são os tributos mais relevantes.
O resultado antecipado da arrecadação reforça o dinamismo econômico do estado, mas também reacende o debate sobre a elevada carga tributária e a necessidade de que esses recursos sejam aplicados de forma eficiente em serviços públicos e infraestrutura. Especialistas alertam que, embora o crescimento seja positivo, é fundamental garantir que a expansão da receita se traduza em melhorias concretas para a população, especialmente diante das desigualdades regionais que ainda marcam o desenvolvimento mato-grossense.
O avanço da arrecadação mostra um Mato Grosso cada vez mais protagonista na economia nacional, mas coloca em evidência o desafio de transformar números expressivos em qualidade de vida para seus cidadãos.
A capital Cuiabá lidera a arrecadação municipal, com R$ 830 milhões, seguida por Rondonópolis (R$ 224 milhões), Sinop (R$ 167 milhões), Várzea Grande (R$ 118 milhões), Sorriso (R$ 91 milhões) e Lucas do Rio Verde (R$ 88 milhões). Esses números mostram não apenas a concentração de receitas na capital, mas também o avanço dos polos regionais, que vêm ampliando sua participação na economia estadual.
No cenário nacional, Mato Grosso responde por cerca de 1,25% dos R$ 2,73 trilhões arrecadados em tributos no Brasil até agora. A principal fonte de receita estadual continua sendo o ICMS, ligado à circulação de mercadorias e serviços, enquanto no âmbito federal destacam-se o Imposto de Renda e as contribuições previdenciárias. Nos municípios, ISS e IPTU são os tributos mais relevantes.
O resultado antecipado da arrecadação reforça o dinamismo econômico do estado, mas também reacende o debate sobre a elevada carga tributária e a necessidade de que esses recursos sejam aplicados de forma eficiente em serviços públicos e infraestrutura. Especialistas alertam que, embora o crescimento seja positivo, é fundamental garantir que a expansão da receita se traduza em melhorias concretas para a população, especialmente diante das desigualdades regionais que ainda marcam o desenvolvimento mato-grossense.
O avanço da arrecadação mostra um Mato Grosso cada vez mais protagonista na economia nacional, mas coloca em evidência o desafio de transformar números expressivos em qualidade de vida para seus cidadãos.
Publicado originalmente em paineldiario.com.br

