Júlio Campos prevê 2º turno e aponta Wellington e Pivetta na disputa em MT; VEJA VÍDEO
Deputado estadual avalia que força do PL e do bolsonarismo favorece Wellington Fagundes e cita rejeição a Natasha Slhessarenko
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O deputado estadual Júlio Campos (União Brasil), que pretende disputar a reeleição para a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), avalia que a eleição para o Governo do Estado em 2026 deverá terminar em segundo turno. Mato Grosso nunca teve uma disputa pelo comando do Executivo estadual definida em uma segunda etapa.
Na avaliação do parlamentar, a primeira fase da eleição, marcada para 4 de outubro, deve concentrar a disputa entre Wellington Fagundes (PL) e o atual governador Otaviano Pivetta (Republicanos).
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"É uma eleição que nós sabemos que vai ser em dois turnos. O primeiro turno deverá, com certeza, ter dois candidatos escolhidos. Eu acho que o Wellington Fagundes já vem liderando as pesquisas desde o ano passado, pela força do PL e do Bolsonarismo, e Mato Grosso pode consolidar-se como um dos que vai para o segundo turno justamente disputando com o atual governador Otaviano Pivetta."
Júlio Campos também avaliou a situação de Natasha Slhessarenko (PSD) na corrida pelo Palácio Paiaguás. Para ele, a candidatura da médica enfrenta resistência por sua ligação com o Partido dos Trabalhadores (PT) e também pela falta de experiência na política.
O deputado apontou ainda um cenário de apatia entre os eleitores e destacou o número elevado de pessoas que ainda não definiram o voto. Para resumir a imprevisibilidade da disputa, recorreu a um ditado popular:
"Já dizia um ditado antigo: urna e bunda de criança, ninguém sabe o que vem".
Na avaliação do parlamentar, a primeira fase da eleição, marcada para 4 de outubro, deve concentrar a disputa entre Wellington Fagundes (PL) e o atual governador Otaviano Pivetta (Republicanos).
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Júlio Campos também avaliou a situação de Natasha Slhessarenko (PSD) na corrida pelo Palácio Paiaguás. Para ele, a candidatura da médica enfrenta resistência por sua ligação com o Partido dos Trabalhadores (PT) e também pela falta de experiência na política.
O deputado apontou ainda um cenário de apatia entre os eleitores e destacou o número elevado de pessoas que ainda não definiram o voto. Para resumir a imprevisibilidade da disputa, recorreu a um ditado popular:
"Já dizia um ditado antigo: urna e bunda de criança, ninguém sabe o que vem".
Publicado originalmente em infoverus.com.br



