Margareth Buzetti terá única chapa totalmente feminina ao Senado em Mato Grosso
Com Jucélia Ferro e Coronel Grasi como suplentes, composição reúne três mulheres e retoma formato que não era registrado no Estado havia 24 anos
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A candidatura de Margareth Buzetti ao Senado será acompanhada por Jucélia Ferro como primeira suplente e Coronel Grasi como segunda. Com as três vagas ocupadas por mulheres, a composição é atualmente a única chapa integralmente feminina na disputa pelo Senado em Mato Grosso e retoma uma configuração que não era registrada no Estado havia 24 anos.
Jucélia foi secretária de Assistência Social e primeira-dama de Sorriso, além de ter presidido por dois mandatos o Colegiado Estadual de Gestores Municipais de Assistência Social de Mato Grosso (Coegemas-MT). Coronel Grasi tem quase 30 anos de atuação na Polícia Militar, foi a primeira mulher a ocupar a Subchefia do Estado-Maior-Geral da PMMT e também comandou a Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania.
Margareth Buzetti tem atuação política voltada principalmente à proteção de mulheres, crianças e pessoas em situação de vulnerabilidade. Quatro projetos de sua autoria foram transformados em leis.
Entre eles está a Lei nº 14.994/2024, originada no Pacote Antifeminicídio, que transformou o feminicídio em crime autônomo, elevou a pena para até 40 anos de prisão e endureceu as punições para outros crimes cometidos contra mulheres.
Também é de autoria da candidata a Lei nº 15.035/2024, que criou o Cadastro Nacional de Pedófilos e Predadores Sexuais e permitiu a consulta pública de informações sobre pessoas condenadas por crimes contra a dignidade sexual.
A Lei nº 15.171/2025 ampliou o acesso à cirurgia plástica reparadora da mama pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e pelos planos de saúde. A medida passou a garantir o procedimento para mulheres que sofreram mutilação total ou parcial das mamas por diferentes causas, e não apenas em decorrência do tratamento contra o câncer.
Outra norma de autoria de Margareth é a Lei nº 15.280/2025, que ampliou as medidas de combate a crimes sexuais contra crianças, adolescentes, pessoas com deficiência e outras vítimas vulneráveis. A legislação aumentou penas, criou medidas protetivas de urgência, estabeleceu monitoração eletrônica para condenados e garantiu assistência psicológica e social às vítimas e familiares.
Margareth também participou da aprovação da Lei nº 14.443/2022, que retirou a necessidade de autorização do marido ou companheiro para a realização de laqueadura, reduziu de 25 para 21 anos a idade mínima para o procedimento e permitiu sua realização durante o parto, dentro das condições estabelecidas pela legislação.
Antes da atuação política, Margareth acumulou mais de três décadas de experiência no setor produtivo. Filha de mecânico e casada com um recapador de pneus, construiu sua trajetória em um segmento industrial tradicionalmente ocupado por homens. Ela chegou à presidência da Associação Brasileira da Reforma de Pneus e passou a atuar em âmbito nacional no setor.
A experiência no setor produtivo também orienta suas posições em defesa da liberdade econômica, redução da burocracia, valorização da indústria e geração de emprego e renda. Na área social, a candidata defende a associação entre proteção social, qualificação profissional e criação de oportunidades para ampliar a autonomia das pessoas.
Suplentes
Primeira suplente, Jucélia Ferro acumulou experiência na execução e articulação de políticas de assistência social. Durante cerca de oito anos à frente da área em Sorriso, trabalhou com ações destinadas a mulheres, crianças, adolescentes e idosos, além de iniciativas de segurança alimentar, habitação social, qualificação profissional e preparação para o mercado de trabalho.
Durante esse período, participou da implantação da Rede Unificada de Proteção à Criança, ao Adolescente, à Mulher e ao Idoso. A iniciativa reuniu Prefeitura, Judiciário, Ministério Público, polícias, órgãos de saúde e educação, assistência social e conselhos de direitos para organizar o atendimento às vítimas.
À frente do Coegemas-MT, Jucélia representou gestores da assistência social dos 141 municípios de Mato Grosso. Entre as pautas conduzidas estavam o fortalecimento do Sistema Único de Assistência Social, a regularidade dos repasses, a capacitação de equipes e a articulação entre municípios, Estado e União.
Segunda suplente, Coronel Grasi tem quase três décadas de carreira na Polícia Militar de Mato Grosso. Nesse período, comandou unidades operacionais, participou da formação de policiais e ocupou funções estratégicas na estrutura da segurança pública.
A trajetória inclui experiência em planejamento de operações, combate à criminalidade, gestão de equipes e integração entre forças de segurança.
Como secretária de Estado de Assistência Social e Cidadania, também atuou em políticas voltadas a mulheres vítimas de violência, qualificação profissional, inclusão socioprodutiva e atendimento a famílias em situação de vulnerabilidade.
A experiência de Coronel Grasi reúne, assim, atuação na segurança pública e participação em políticas de assistência, cidadania e autonomia.
Jucélia foi secretária de Assistência Social e primeira-dama de Sorriso, além de ter presidido por dois mandatos o Colegiado Estadual de Gestores Municipais de Assistência Social de Mato Grosso (Coegemas-MT). Coronel Grasi tem quase 30 anos de atuação na Polícia Militar, foi a primeira mulher a ocupar a Subchefia do Estado-Maior-Geral da PMMT e também comandou a Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania.
Margareth Buzetti tem atuação política voltada principalmente à proteção de mulheres, crianças e pessoas em situação de vulnerabilidade. Quatro projetos de sua autoria foram transformados em leis.
Entre eles está a Lei nº 14.994/2024, originada no Pacote Antifeminicídio, que transformou o feminicídio em crime autônomo, elevou a pena para até 40 anos de prisão e endureceu as punições para outros crimes cometidos contra mulheres.
Também é de autoria da candidata a Lei nº 15.035/2024, que criou o Cadastro Nacional de Pedófilos e Predadores Sexuais e permitiu a consulta pública de informações sobre pessoas condenadas por crimes contra a dignidade sexual.
A Lei nº 15.171/2025 ampliou o acesso à cirurgia plástica reparadora da mama pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e pelos planos de saúde. A medida passou a garantir o procedimento para mulheres que sofreram mutilação total ou parcial das mamas por diferentes causas, e não apenas em decorrência do tratamento contra o câncer.
Outra norma de autoria de Margareth é a Lei nº 15.280/2025, que ampliou as medidas de combate a crimes sexuais contra crianças, adolescentes, pessoas com deficiência e outras vítimas vulneráveis. A legislação aumentou penas, criou medidas protetivas de urgência, estabeleceu monitoração eletrônica para condenados e garantiu assistência psicológica e social às vítimas e familiares.
Margareth também participou da aprovação da Lei nº 14.443/2022, que retirou a necessidade de autorização do marido ou companheiro para a realização de laqueadura, reduziu de 25 para 21 anos a idade mínima para o procedimento e permitiu sua realização durante o parto, dentro das condições estabelecidas pela legislação.
Antes da atuação política, Margareth acumulou mais de três décadas de experiência no setor produtivo. Filha de mecânico e casada com um recapador de pneus, construiu sua trajetória em um segmento industrial tradicionalmente ocupado por homens. Ela chegou à presidência da Associação Brasileira da Reforma de Pneus e passou a atuar em âmbito nacional no setor.
A experiência no setor produtivo também orienta suas posições em defesa da liberdade econômica, redução da burocracia, valorização da indústria e geração de emprego e renda. Na área social, a candidata defende a associação entre proteção social, qualificação profissional e criação de oportunidades para ampliar a autonomia das pessoas.
Suplentes
Primeira suplente, Jucélia Ferro acumulou experiência na execução e articulação de políticas de assistência social. Durante cerca de oito anos à frente da área em Sorriso, trabalhou com ações destinadas a mulheres, crianças, adolescentes e idosos, além de iniciativas de segurança alimentar, habitação social, qualificação profissional e preparação para o mercado de trabalho.
Durante esse período, participou da implantação da Rede Unificada de Proteção à Criança, ao Adolescente, à Mulher e ao Idoso. A iniciativa reuniu Prefeitura, Judiciário, Ministério Público, polícias, órgãos de saúde e educação, assistência social e conselhos de direitos para organizar o atendimento às vítimas.
À frente do Coegemas-MT, Jucélia representou gestores da assistência social dos 141 municípios de Mato Grosso. Entre as pautas conduzidas estavam o fortalecimento do Sistema Único de Assistência Social, a regularidade dos repasses, a capacitação de equipes e a articulação entre municípios, Estado e União.
Segunda suplente, Coronel Grasi tem quase três décadas de carreira na Polícia Militar de Mato Grosso. Nesse período, comandou unidades operacionais, participou da formação de policiais e ocupou funções estratégicas na estrutura da segurança pública.
A trajetória inclui experiência em planejamento de operações, combate à criminalidade, gestão de equipes e integração entre forças de segurança.
Como secretária de Estado de Assistência Social e Cidadania, também atuou em políticas voltadas a mulheres vítimas de violência, qualificação profissional, inclusão socioprodutiva e atendimento a famílias em situação de vulnerabilidade.
A experiência de Coronel Grasi reúne, assim, atuação na segurança pública e participação em políticas de assistência, cidadania e autonomia.
Publicado originalmente em infoverus.com.br



