Mato Grosso fica entre estados com menor proporção de trabalhadores em home office, aponta IBGE
Apenas 4,5% da população ocupada em MT trabalhava de casa em 2025, contra 7,9% no país
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Trabalhar de casa fazia parte da rotina de 7,9% da população ocupada no Brasil em 2025, o equivalente a 6,6 milhões de pessoas com 14 anos ou mais. O número é próximo à população total da cidade do Rio de Janeiro, estimada em 6,7 milhões de habitantes.
Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (23) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), iniciada em 2012.
A proporção de trabalhadores em home office permaneceu praticamente estável em relação a 2024, mas continua acima do nível registrado antes da pandemia. Em 2019, 5,8% da população ocupada trabalhava no próprio domicílio, enquanto em 2012, primeiro ano da série, eram 3,6%.
Não houve coleta dessas informações em 2020 e 2021 devido às restrições impostas pela pandemia de coronavírus, período em que empresas e órgãos públicos ampliaram a adoção do trabalho remoto.
O maior percentual da série histórica foi registrado em 2022, quando 8,4% dos trabalhadores exerciam suas atividades em casa. O índice ocorreu no período de saída da crise sanitária e recuou posteriormente para 7,9%, permanecendo nesse patamar em 2025.
Entre os estados, três apresentaram proporção superior a 10% de trabalhadores em home office no ano passado: Ceará, com 10,7%; Distrito Federal, com 10,6%; e Rio de Janeiro, com 10,1%.
Na outra ponta, três unidades da Federação tiveram índices inferiores a 5%. O menor percentual foi registrado no Acre, com 3,6%, seguido por Rondônia, com 4,1%, e Mato Grosso, com 4,5%.
Em São Paulo, 8,1% da população ocupada trabalhava em casa, percentual próximo da média nacional, de 7,9%.
Entre as capitais, Porto Alegre apresentou a maior proporção, com 18,7%, enquanto Porto Velho teve a menor, com 4,2%. Em São Paulo, a taxa chegou a 9,3%.
A metodologia da Pnad considera o principal local de trabalho. Dessa forma, profissionais que atuam em regime híbrido também podem ser incluídos na categoria de home office. Um trabalhador que passe três dias por semana em casa e dois na sede da empresa, por exemplo, é contabilizado entre aqueles que exercem suas atividades no domicílio.
Trabalho na empresa
A principal categoria identificada pela pesquisa foi a de trabalhadores que exerciam suas atividades no estabelecimento do próprio empreendimento. Em 2025, esse grupo representava 60,2% da população ocupada, ante 59,4% em 2024.
O percentual vem crescendo desde o período mais crítico da pandemia, mas ainda não voltou ao maior nível registrado na série histórica. O recorde ocorreu em 2014, quando 64,6% dos trabalhadores estavam nessa condição.
Entre os estados, Santa Catarina apresentou a maior proporção em 2025, com 73,1%, seguida por São Paulo, com 69,9%. O menor percentual foi registrado no Piauí, com 44,7%.
No levantamento por capitais, Florianópolis e São Paulo tiveram os maiores índices, ambos de 71,7%. Boa Vista ficou na outra ponta, com 53,1%.
Outros locais de trabalho
A Pnad considera como população ocupada estimada 84,6 milhões de pessoas em 2025. A pesquisa desconsidera empregados do setor público e trabalhadores domésticos nessa classificação.
Além do domicílio e do estabelecimento do próprio empreendimento, o levantamento identificou outras categorias de locais de trabalho. O local designado pelo empregador, patrão ou freguês concentrava 13,8% dos trabalhadores.
Também aparecem na pesquisa fazendas, sítios, granjas e chácaras, com 8,4%; veículos automotores, com 5%; vias ou áreas públicas, com 2,1%; estabelecimentos de outro empreendimento, com 1,6%; e o domicílio do empregador, patrão, sócio ou freguês, com 0,7%. Outros locais representaram 0,3%.
Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (23) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), iniciada em 2012.
A proporção de trabalhadores em home office permaneceu praticamente estável em relação a 2024, mas continua acima do nível registrado antes da pandemia. Em 2019, 5,8% da população ocupada trabalhava no próprio domicílio, enquanto em 2012, primeiro ano da série, eram 3,6%.
Não houve coleta dessas informações em 2020 e 2021 devido às restrições impostas pela pandemia de coronavírus, período em que empresas e órgãos públicos ampliaram a adoção do trabalho remoto.
O maior percentual da série histórica foi registrado em 2022, quando 8,4% dos trabalhadores exerciam suas atividades em casa. O índice ocorreu no período de saída da crise sanitária e recuou posteriormente para 7,9%, permanecendo nesse patamar em 2025.
Entre os estados, três apresentaram proporção superior a 10% de trabalhadores em home office no ano passado: Ceará, com 10,7%; Distrito Federal, com 10,6%; e Rio de Janeiro, com 10,1%.
Na outra ponta, três unidades da Federação tiveram índices inferiores a 5%. O menor percentual foi registrado no Acre, com 3,6%, seguido por Rondônia, com 4,1%, e Mato Grosso, com 4,5%.
Em São Paulo, 8,1% da população ocupada trabalhava em casa, percentual próximo da média nacional, de 7,9%.
Entre as capitais, Porto Alegre apresentou a maior proporção, com 18,7%, enquanto Porto Velho teve a menor, com 4,2%. Em São Paulo, a taxa chegou a 9,3%.
A metodologia da Pnad considera o principal local de trabalho. Dessa forma, profissionais que atuam em regime híbrido também podem ser incluídos na categoria de home office. Um trabalhador que passe três dias por semana em casa e dois na sede da empresa, por exemplo, é contabilizado entre aqueles que exercem suas atividades no domicílio.
Trabalho na empresa
A principal categoria identificada pela pesquisa foi a de trabalhadores que exerciam suas atividades no estabelecimento do próprio empreendimento. Em 2025, esse grupo representava 60,2% da população ocupada, ante 59,4% em 2024.
O percentual vem crescendo desde o período mais crítico da pandemia, mas ainda não voltou ao maior nível registrado na série histórica. O recorde ocorreu em 2014, quando 64,6% dos trabalhadores estavam nessa condição.
Entre os estados, Santa Catarina apresentou a maior proporção em 2025, com 73,1%, seguida por São Paulo, com 69,9%. O menor percentual foi registrado no Piauí, com 44,7%.
No levantamento por capitais, Florianópolis e São Paulo tiveram os maiores índices, ambos de 71,7%. Boa Vista ficou na outra ponta, com 53,1%.
Outros locais de trabalho
A Pnad considera como população ocupada estimada 84,6 milhões de pessoas em 2025. A pesquisa desconsidera empregados do setor público e trabalhadores domésticos nessa classificação.
Além do domicílio e do estabelecimento do próprio empreendimento, o levantamento identificou outras categorias de locais de trabalho. O local designado pelo empregador, patrão ou freguês concentrava 13,8% dos trabalhadores.
Também aparecem na pesquisa fazendas, sítios, granjas e chácaras, com 8,4%; veículos automotores, com 5%; vias ou áreas públicas, com 2,1%; estabelecimentos de outro empreendimento, com 1,6%; e o domicílio do empregador, patrão, sócio ou freguês, com 0,7%. Outros locais representaram 0,3%.
Publicado originalmente em infoverus.com.br

