Max Russi prevê até 10 novos deputados na ALMT e diz que Podemos pode conquistar seis cadeiras
Presidente da Assembleia afirma que projeção considera pesquisas, composição das chapas e eleições anteriores; 23 dos atuais 24 deputados tentam permanecer no Legislativo estadual
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O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Max Russi (Podemos), estima que as eleições de outubro poderão provocar a renovação de até dez das 24 cadeiras do Parlamento estadual. A avaliação ocorre em um cenário no qual 23 dos atuais deputados disputam a permanência na Casa, enquanto Janaina Riva (MDB) deixou a corrida pela reeleição para concorrer ao Senado.
A projeção foi apresentada por Max a partir da leitura que faz das pesquisas eleitorais, da composição das chapas e do histórico das eleições anteriores. O parlamentar, entretanto, ponderou que se trata de uma estimativa e que o tamanho efetivo da renovação somente será conhecido após a votação.
“Na minha análise, eu acho que a Assembleia vai ter uma renovação de no mínimo cinco deputados e no máximo dez. Então, são contas, são análises. Lógico que nada é comprovado. Comprovado é o voto no dia da eleição”, afirmou.
Max trabalha com renovação entre quatro e dez cadeiras
Ao aprofundar a projeção, o presidente da ALMT flexibilizou o patamar mínimo e afirmou que entre quatro e cinco novos deputados poderão assumir mandatos na próxima legislatura. No cenário de maior renovação considerado por ele, esse número chegaria a dez.
“Analisando várias pesquisas, estudando a experiência que a gente tem de mandatos, de eleições anteriores, eu acho que nós teremos no mínimo de quatro a cinco renovações e, no máximo, uns dez novos deputados assumindo cargos dentro da Assembleia”, declarou.
Na eleição anterior, seis novos deputados conseguiram ingressar na Assembleia. Desta vez, a disputa ocorre com praticamente toda a atual composição buscando permanecer na Casa, o que coloca os atuais parlamentares em confronto não apenas entre si, mas também com candidatos que tentam conquistar um primeiro mandato.
Mais da metade ainda não aponta candidato
A indefinição do eleitorado é um dos componentes do cenário eleitoral. Pesquisa espontânea da Percent Brasil divulgada nesta terça-feira (15) mostrou que 52% dos entrevistados não souberam citar um candidato ou se declararam indecisos para deputado estadual. Outros 1% responderam que pretendem votar em branco ou anular o voto.
No levantamento, Max registra 2,3% das citações, seguido numericamente por Lúdio Cabral (PT), com 2,2%; Léo Bortolin (MDB) e Paulo Araújo (Republicanos), com 2,1% cada; e Thiago Silva (MDB), Beto Dois a Um (Podemos) e Eduardo Botelho (MDB), todos com 2%.
As diferenças entre esses percentuais são inferiores à margem de erro geral da pesquisa e, portanto, não permitem estabelecer isoladamente uma ordem conclusiva entre esses candidatos. A Percent Brasil ouviu 2.800 eleitores entre 17 e 23 de agosto, com margem de erro de 1,85 ponto percentual e nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no TSE sob o número MT-03833/2026.
Podemos mira ampliar bancada
Além de analisar a renovação geral da Assembleia, Max também projetou o desempenho de seu próprio partido. Segundo ele, o Podemos trabalha com a possibilidade de conquistar seis das 24 cadeiras, embora reconheça que alcançar esse número exigiria um desempenho acima do esperado de integrantes da chapa.
“Pode dar seis? Pode. Não acho fácil, acho difícil. Precisaria alguém estourar de voto, ter uma votação acima da perspectiva, acima do esperado”, afirmou. Na sequência, Max disse ter “convicção” de que o partido poderá chegar às seis vagas, atribuindo sua avaliação à composição da chapa e ao desempenho que espera dos candidatos.
A declaração representa uma projeção eleitoral feita pelo próprio presidente da legenda em Mato Grosso, e não uma estimativa comprovada de distribuição das cadeiras. O número de eleitos dependerá dos votos obtidos pelas chapas e das regras do sistema proporcional.
Para a Câmara dos Deputados, Max também apresentou sua expectativa para o Podemos. Ele avalia que a legenda poderá conquistar uma cadeira e disputar uma segunda, argumentando que diferenças relativamente pequenas na votação total das chapas poderão interferir na distribuição das vagas.
Polarização pode ter peso menor, avalia Max
Questionado sobre a influência da polarização política na eleição, Max afirmou acreditar que questões mais diretamente relacionadas ao cotidiano dos eleitores poderão ganhar espaço durante a campanha.
Na avaliação do parlamentar, temas como saúde, educação, renda e qualidade de vida tendem a pesar na decisão do eleitor. “Eu acho que muito mais o eleitor vai estar preocupado com aquilo que pode estar trazendo benefício para a sua cidade, para o seu estado, para o seu país, para que ele possa ter uma educação de melhor qualidade, uma saúde melhor, uma possibilidade melhor de melhorar o seu salário”, afirmou.
Com mais da metade dos entrevistados ainda sem apontar espontaneamente um candidato na pesquisa citada, tanto a projeção de renovação da Assembleia quanto as estimativas partidárias apresentadas por Max permanecem como avaliações do parlamentar sobre um cenário que será definido nas urnas em outubro.
Fonte Olhar Direto
A projeção foi apresentada por Max a partir da leitura que faz das pesquisas eleitorais, da composição das chapas e do histórico das eleições anteriores. O parlamentar, entretanto, ponderou que se trata de uma estimativa e que o tamanho efetivo da renovação somente será conhecido após a votação.
“Na minha análise, eu acho que a Assembleia vai ter uma renovação de no mínimo cinco deputados e no máximo dez. Então, são contas, são análises. Lógico que nada é comprovado. Comprovado é o voto no dia da eleição”, afirmou.
Max trabalha com renovação entre quatro e dez cadeiras
Ao aprofundar a projeção, o presidente da ALMT flexibilizou o patamar mínimo e afirmou que entre quatro e cinco novos deputados poderão assumir mandatos na próxima legislatura. No cenário de maior renovação considerado por ele, esse número chegaria a dez.
“Analisando várias pesquisas, estudando a experiência que a gente tem de mandatos, de eleições anteriores, eu acho que nós teremos no mínimo de quatro a cinco renovações e, no máximo, uns dez novos deputados assumindo cargos dentro da Assembleia”, declarou.
Na eleição anterior, seis novos deputados conseguiram ingressar na Assembleia. Desta vez, a disputa ocorre com praticamente toda a atual composição buscando permanecer na Casa, o que coloca os atuais parlamentares em confronto não apenas entre si, mas também com candidatos que tentam conquistar um primeiro mandato.
Mais da metade ainda não aponta candidato
A indefinição do eleitorado é um dos componentes do cenário eleitoral. Pesquisa espontânea da Percent Brasil divulgada nesta terça-feira (15) mostrou que 52% dos entrevistados não souberam citar um candidato ou se declararam indecisos para deputado estadual. Outros 1% responderam que pretendem votar em branco ou anular o voto.
No levantamento, Max registra 2,3% das citações, seguido numericamente por Lúdio Cabral (PT), com 2,2%; Léo Bortolin (MDB) e Paulo Araújo (Republicanos), com 2,1% cada; e Thiago Silva (MDB), Beto Dois a Um (Podemos) e Eduardo Botelho (MDB), todos com 2%.
As diferenças entre esses percentuais são inferiores à margem de erro geral da pesquisa e, portanto, não permitem estabelecer isoladamente uma ordem conclusiva entre esses candidatos. A Percent Brasil ouviu 2.800 eleitores entre 17 e 23 de agosto, com margem de erro de 1,85 ponto percentual e nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no TSE sob o número MT-03833/2026.
Podemos mira ampliar bancada
Além de analisar a renovação geral da Assembleia, Max também projetou o desempenho de seu próprio partido. Segundo ele, o Podemos trabalha com a possibilidade de conquistar seis das 24 cadeiras, embora reconheça que alcançar esse número exigiria um desempenho acima do esperado de integrantes da chapa.
“Pode dar seis? Pode. Não acho fácil, acho difícil. Precisaria alguém estourar de voto, ter uma votação acima da perspectiva, acima do esperado”, afirmou. Na sequência, Max disse ter “convicção” de que o partido poderá chegar às seis vagas, atribuindo sua avaliação à composição da chapa e ao desempenho que espera dos candidatos.
A declaração representa uma projeção eleitoral feita pelo próprio presidente da legenda em Mato Grosso, e não uma estimativa comprovada de distribuição das cadeiras. O número de eleitos dependerá dos votos obtidos pelas chapas e das regras do sistema proporcional.
Para a Câmara dos Deputados, Max também apresentou sua expectativa para o Podemos. Ele avalia que a legenda poderá conquistar uma cadeira e disputar uma segunda, argumentando que diferenças relativamente pequenas na votação total das chapas poderão interferir na distribuição das vagas.
Polarização pode ter peso menor, avalia Max
Questionado sobre a influência da polarização política na eleição, Max afirmou acreditar que questões mais diretamente relacionadas ao cotidiano dos eleitores poderão ganhar espaço durante a campanha.
Na avaliação do parlamentar, temas como saúde, educação, renda e qualidade de vida tendem a pesar na decisão do eleitor. “Eu acho que muito mais o eleitor vai estar preocupado com aquilo que pode estar trazendo benefício para a sua cidade, para o seu estado, para o seu país, para que ele possa ter uma educação de melhor qualidade, uma saúde melhor, uma possibilidade melhor de melhorar o seu salário”, afirmou.
Com mais da metade dos entrevistados ainda sem apontar espontaneamente um candidato na pesquisa citada, tanto a projeção de renovação da Assembleia quanto as estimativas partidárias apresentadas por Max permanecem como avaliações do parlamentar sobre um cenário que será definido nas urnas em outubro.
Fonte Olhar Direto
Publicado originalmente em infoverus.com.br



