Max Russi propõe que agressores arquem com custos de saúde das vítimas em MT
Proposta integra conjunto de medidas defendidas pelo parlamentar contra o feminicídio e prevê responsabilização financeira de autores de agressões
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O deputado estadual Max Russi tem colocado o enfrentamento à violência contra a mulher entre as frentes de sua atuação parlamentar em Mato Grosso. Entre as medidas defendidas está a criação de uma legislação que obrigue o agressor a arcar com os custos de saúde decorrentes das agressões praticadas contra as vítimas.
A proposta busca ampliar a responsabilização de quem pratica violência, fazendo com que as despesas provocadas pelas agressões não recaiam exclusivamente sobre a vítima e o poder público. A iniciativa integra um conjunto de medidas apresentadas pelo parlamentar voltadas à prevenção da violência doméstica e ao combate ao feminicídio no estado.
Proteção além da resposta imediata
A atuação defendida por Max contempla desde mecanismos de proteção às mulheres em situação de violência até iniciativas destinadas a oferecer condições para que elas consigam reconstruir a vida após episódios de abuso.
Nesse contexto, a autonomia econômica aparece como uma das estratégias. O parlamentar defende o incentivo ao empreendedorismo feminino e a ampliação das oportunidades de geração de renda como instrumentos para reduzir a dependência financeira, um dos fatores que podem dificultar o rompimento de relações marcadas pela violência.
A proposta é combinar políticas de proteção com medidas capazes de garantir independência e oportunidades às mulheres, criando condições para que o enfrentamento à violência não termine apenas com a intervenção emergencial do Estado.
Saúde da mulher também entra nas ações
Outra frente destacada é a saúde feminina. Além das iniciativas relacionadas diretamente às vítimas de violência, Max defende atenção à implementação e ao cumprimento da Lei da Endometriose, com foco no acesso ao diagnóstico e ao tratamento.
As medidas apresentadas pelo parlamentar abrangem, portanto, diferentes etapas da proteção às mulheres, passando pela prevenção do feminicídio, responsabilização dos agressores, atendimento à saúde e fortalecimento da independência financeira.
A estratégia defendida é fazer com que as políticas públicas avancem para além da resposta aos casos já consumados, reforçando mecanismos de prevenção, proteção e condições para que mulheres em situação de vulnerabilidade possam romper ciclos de violência.
A proposta busca ampliar a responsabilização de quem pratica violência, fazendo com que as despesas provocadas pelas agressões não recaiam exclusivamente sobre a vítima e o poder público. A iniciativa integra um conjunto de medidas apresentadas pelo parlamentar voltadas à prevenção da violência doméstica e ao combate ao feminicídio no estado.
Proteção além da resposta imediata
A atuação defendida por Max contempla desde mecanismos de proteção às mulheres em situação de violência até iniciativas destinadas a oferecer condições para que elas consigam reconstruir a vida após episódios de abuso.
Nesse contexto, a autonomia econômica aparece como uma das estratégias. O parlamentar defende o incentivo ao empreendedorismo feminino e a ampliação das oportunidades de geração de renda como instrumentos para reduzir a dependência financeira, um dos fatores que podem dificultar o rompimento de relações marcadas pela violência.
A proposta é combinar políticas de proteção com medidas capazes de garantir independência e oportunidades às mulheres, criando condições para que o enfrentamento à violência não termine apenas com a intervenção emergencial do Estado.
Saúde da mulher também entra nas ações
Outra frente destacada é a saúde feminina. Além das iniciativas relacionadas diretamente às vítimas de violência, Max defende atenção à implementação e ao cumprimento da Lei da Endometriose, com foco no acesso ao diagnóstico e ao tratamento.
As medidas apresentadas pelo parlamentar abrangem, portanto, diferentes etapas da proteção às mulheres, passando pela prevenção do feminicídio, responsabilização dos agressores, atendimento à saúde e fortalecimento da independência financeira.
A estratégia defendida é fazer com que as políticas públicas avancem para além da resposta aos casos já consumados, reforçando mecanismos de prevenção, proteção e condições para que mulheres em situação de vulnerabilidade possam romper ciclos de violência.
Publicado originalmente em infoverus.com.br



