Max Russi rebate Abilio e diz que área do novo Júlio Müller já voltou oficialmente para Cuiabá
Presidente da Assembleia afirma que lei sobre perímetro urbano foi promulgada em julho e considera disputa territorial secundária diante da necessidade de colocar hospital em funcionamento
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O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, Max Russi (Podemos), rebateu a cobrança do prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), sobre a situação da área onde está sendo construído o novo Hospital Universitário Júlio Müller. Segundo Max, a questão territorial já foi solucionada e o local voltou oficialmente a integrar o perímetro urbano da capital.
De acordo com o deputado, a alteração foi aprovada pela Assembleia Legislativa e a lei já foi promulgada em julho. “A Assembleia já votou, já está promulgada a lei, em julho foi promulgada. Então, acho que o prefeito não está informado. Isso já foi feito, já voltou ao município de Cuiabá”, declarou.
Max afirmou ainda que pretende acionar a própria assessoria para comunicar Abilio sobre a mudança. “Vou pedir inclusive para a minha assessoria, para a assessoria parlamentar informar o prefeito de Cuiabá que o Hospital Júlio Müller está dentro do perímetro urbano de Cuiabá”, afirmou.
A manifestação ocorre depois de Abilio voltar a cobrar uma solução para a área, que havia passado a integrar o território de Santo Antônio de Leverger durante uma alteração nos limites entre os municípios. O prefeito vinha apontando que a situação poderia trazer dificuldades relacionadas a licenças, infraestrutura e responsabilidades administrativas envolvendo o hospital.
Apesar de defender que o empreendimento permaneça dentro de Cuiabá, Max Russi afirmou que considera a questão territorial secundária. Para ele, o principal é garantir que a unidade seja concluída e passe a atender a população.
“Eu não via problema nenhum de ficar em Santo Antônio, tenho que ser bem sincero nisso. Mas a Universidade Federal falou que poderia ter alguns problemas de recurso, de aportes; a prefeita foi muito sensível nisso. Ela quer que o hospital funcione, que gere atendimento”, explicou.
O presidente da Assembleia também relatou que houve diálogo com a prefeita de Santo Antônio de Leverger, Francieli Magalhães (PSB), para resolver a questão envolvendo os limites territoriais. Segundo ele, as conversas incluíram outras tratativas relacionadas ao município.
Max reforçou que, independentemente do município em que o hospital estivesse localizado, a prioridade deveria ser garantir o atendimento. “Para mim, se ficasse em Santo Antônio, se ficasse em Acorizal, se ficasse em Jangada, o que é que nós precisamos? Um hospital atendendo, resolvendo os problemas da nossa capital, da nossa Várzea Grande e todo o estado de Mato Grosso. O local é o que menos importa, o que importa é o hospital atendendo a nossa população”, disse.
De acordo com o deputado, a alteração foi aprovada pela Assembleia Legislativa e a lei já foi promulgada em julho. “A Assembleia já votou, já está promulgada a lei, em julho foi promulgada. Então, acho que o prefeito não está informado. Isso já foi feito, já voltou ao município de Cuiabá”, declarou.
Max afirmou ainda que pretende acionar a própria assessoria para comunicar Abilio sobre a mudança. “Vou pedir inclusive para a minha assessoria, para a assessoria parlamentar informar o prefeito de Cuiabá que o Hospital Júlio Müller está dentro do perímetro urbano de Cuiabá”, afirmou.
A manifestação ocorre depois de Abilio voltar a cobrar uma solução para a área, que havia passado a integrar o território de Santo Antônio de Leverger durante uma alteração nos limites entre os municípios. O prefeito vinha apontando que a situação poderia trazer dificuldades relacionadas a licenças, infraestrutura e responsabilidades administrativas envolvendo o hospital.
Apesar de defender que o empreendimento permaneça dentro de Cuiabá, Max Russi afirmou que considera a questão territorial secundária. Para ele, o principal é garantir que a unidade seja concluída e passe a atender a população.
“Eu não via problema nenhum de ficar em Santo Antônio, tenho que ser bem sincero nisso. Mas a Universidade Federal falou que poderia ter alguns problemas de recurso, de aportes; a prefeita foi muito sensível nisso. Ela quer que o hospital funcione, que gere atendimento”, explicou.
O presidente da Assembleia também relatou que houve diálogo com a prefeita de Santo Antônio de Leverger, Francieli Magalhães (PSB), para resolver a questão envolvendo os limites territoriais. Segundo ele, as conversas incluíram outras tratativas relacionadas ao município.
Max reforçou que, independentemente do município em que o hospital estivesse localizado, a prioridade deveria ser garantir o atendimento. “Para mim, se ficasse em Santo Antônio, se ficasse em Acorizal, se ficasse em Jangada, o que é que nós precisamos? Um hospital atendendo, resolvendo os problemas da nossa capital, da nossa Várzea Grande e todo o estado de Mato Grosso. O local é o que menos importa, o que importa é o hospital atendendo a nossa população”, disse.
Publicado originalmente em infoverus.com.br



