Michelle Bolsonaro pressiona por ‘Rei do Porco’ como vice de Wellington Fagundes em MT
Empresário Reinaldo Moraes é apontado como nome preferido da ex-primeira-dama; indicação seria condição para participação dela na campanha
3 min de leitura

O empresário Reinaldo Moraes, conhecido como “Rei do Porco”, de Diamantino, é apontado como o nome preferido da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro para ocupar a vaga de vice na chapa do senador Wellington Fagundes (PL) ao Governo de Mato Grosso.
A expectativa é de que o nome seja anunciado nos próximos dias. Segundo as informações, a indicação de Moraes seria uma condição para que Michelle participe da campanha de Wellington por meio de vídeos. Wellington tem até o dia 15 de agosto para definir a composição da chapa.
‘Rei do Porco’ já disputou vaga ao Senado
Reinaldo Moraes disputou a eleição suplementar ao Senado em 2020, realizada após a cassação da chapa da então senadora Selma Arruda pela Justiça Eleitoral.
Na ocasião, o empresário foi derrotado por Carlos Fávaro (PSD), ex-ministro da Agricultura e atual senador.
A proximidade de Moraes com o grupo bolsonarista ganhou destaque em 2024, quando o ex-presidente Jair Bolsonaro esteve em Mato Grosso.
Na ocasião, vídeos publicados nas redes sociais mostraram o empresário aos prantos e tremendo enquanto outro homem passava óleo e massageava os pés de Bolsonaro. Ao lado deles, apoiadores do ex-presidente faziam uma oração pedindo o retorno dele à Presidência da República.
Bolsonaro está inelegível por decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e foi condenado a 27 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado.
Marcelo Maluf deixou chapa após 48 horas
Antes de Reinaldo Moraes ganhar força, o nome anunciado para a vice de Wellington Fagundes era o do empresário Marcelo Maluf (Novo), do setor da construção civil.
A escolha, porém, durou cerca de 48 horas. Maluf acabou retirado da composição e, após a mudança, declarou que Fagundes seria “podre e sem palavra”.
Desde então, outros nomes passaram a ser considerados para a vaga.
Entre eles estão o médico Alencar Farina (PL) e a ex-prefeita de Sinop Rosana Martinelli (MDB).
Rosana e Farina também estão no radar
Rosana Martinelli é considerada uma das opções com maior força política na região Norte de Mato Grosso e mantém alinhamento com o grupo do ex-presidente Jair Bolsonaro.
A ex-prefeita chegou a ser investigada no contexto dos atos de 8 de janeiro e teve o passaporte retido e contas bloqueadas por decisão do Tribunal Superior Eleitoral.
Já Alencar Farina tem uma trajetória política anterior ligada ao PT, apesar de atualmente estar filiado ao PL.
Em 2004, quando ainda integrava o PL, Farina foi candidato a vice-prefeito de Cuiabá na chapa encabeçada por Alexandre César (PT). A composição reunia PT, PL e PCdoB, mas acabou derrotada por Wilson Santos, então filiado ao PSDB.
Quatro anos depois, em 2008, Farina disputou uma vaga na Câmara de Cuiabá pelo PT e chegou a ser considerado internamente como uma possibilidade para uma candidatura majoritária na Capital.
Um registro fotográfico publicado pelo jornal A Gazeta em abril daquele ano mostra o médico ao lado de correligionários segurando uma bandeira do partido.
Em 2012, Farina voltou ao centro das articulações eleitorais ao ser lançado como pré-candidato do PT à Prefeitura de Várzea Grande.
A definição do vice de Wellington Fagundes deverá ocorrer até o prazo estabelecido para a composição da chapa, com Reinaldo Moraes ganhando força a partir da preferência manifestada pelo grupo de Michelle Bolsonaro.
A expectativa é de que o nome seja anunciado nos próximos dias. Segundo as informações, a indicação de Moraes seria uma condição para que Michelle participe da campanha de Wellington por meio de vídeos. Wellington tem até o dia 15 de agosto para definir a composição da chapa.
‘Rei do Porco’ já disputou vaga ao Senado
Reinaldo Moraes disputou a eleição suplementar ao Senado em 2020, realizada após a cassação da chapa da então senadora Selma Arruda pela Justiça Eleitoral.
Na ocasião, o empresário foi derrotado por Carlos Fávaro (PSD), ex-ministro da Agricultura e atual senador.
A proximidade de Moraes com o grupo bolsonarista ganhou destaque em 2024, quando o ex-presidente Jair Bolsonaro esteve em Mato Grosso.
Na ocasião, vídeos publicados nas redes sociais mostraram o empresário aos prantos e tremendo enquanto outro homem passava óleo e massageava os pés de Bolsonaro. Ao lado deles, apoiadores do ex-presidente faziam uma oração pedindo o retorno dele à Presidência da República.
Bolsonaro está inelegível por decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e foi condenado a 27 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado.
Marcelo Maluf deixou chapa após 48 horas
Antes de Reinaldo Moraes ganhar força, o nome anunciado para a vice de Wellington Fagundes era o do empresário Marcelo Maluf (Novo), do setor da construção civil.
A escolha, porém, durou cerca de 48 horas. Maluf acabou retirado da composição e, após a mudança, declarou que Fagundes seria “podre e sem palavra”.
Desde então, outros nomes passaram a ser considerados para a vaga.
Entre eles estão o médico Alencar Farina (PL) e a ex-prefeita de Sinop Rosana Martinelli (MDB).
Rosana e Farina também estão no radar
Rosana Martinelli é considerada uma das opções com maior força política na região Norte de Mato Grosso e mantém alinhamento com o grupo do ex-presidente Jair Bolsonaro.
A ex-prefeita chegou a ser investigada no contexto dos atos de 8 de janeiro e teve o passaporte retido e contas bloqueadas por decisão do Tribunal Superior Eleitoral.
Já Alencar Farina tem uma trajetória política anterior ligada ao PT, apesar de atualmente estar filiado ao PL.
Em 2004, quando ainda integrava o PL, Farina foi candidato a vice-prefeito de Cuiabá na chapa encabeçada por Alexandre César (PT). A composição reunia PT, PL e PCdoB, mas acabou derrotada por Wilson Santos, então filiado ao PSDB.
Quatro anos depois, em 2008, Farina disputou uma vaga na Câmara de Cuiabá pelo PT e chegou a ser considerado internamente como uma possibilidade para uma candidatura majoritária na Capital.
Um registro fotográfico publicado pelo jornal A Gazeta em abril daquele ano mostra o médico ao lado de correligionários segurando uma bandeira do partido.
Em 2012, Farina voltou ao centro das articulações eleitorais ao ser lançado como pré-candidato do PT à Prefeitura de Várzea Grande.
A definição do vice de Wellington Fagundes deverá ocorrer até o prazo estabelecido para a composição da chapa, com Reinaldo Moraes ganhando força a partir da preferência manifestada pelo grupo de Michelle Bolsonaro.
Publicado originalmente em infoverus.com.br



