Natasha Slhessarenko diz que Maurício Coelho responderá na Justiça após ameaça e declarações em debate
Candidata afirma que adversário não pediu desculpas após episódios que geraram dois boletins de ocorrência em Cuiabá
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A candidata ao Governo de Mato Grosso Dra. Natasha Slhessarenko (PSD) afirmou que o também candidato Maurício Coelho (Mobiliza) deverá responder na Justiça por episódios ocorridos durante e depois do debate promovido pela TV Vila Real, em Cuiabá, na última terça-feira (1º). Dois boletins de ocorrência foram registrados contra o adversário após os acontecimentos.
Natasha afirmou que não pretende concentrar a campanha no conflito e que seguirá com as atividades eleitorais. “Eu fiz lá meu boletim e ele vai responder na Justiça”, declarou. Segundo a candidata, Maurício não entrou em contato posteriormente para se desculpar pelos episódios.
Os dois registros foram feitos pela assessoria jurídica da campanha na Delegacia Digital da Polícia Judiciária Civil. O primeiro boletim trata de uma suposta ameaça e teve como origem um relato feito pelo diretor de marketing da campanha de Natasha.
Segundo o registro, antes do debate, Maurício teria colocado a mão no ombro do profissional e dito: “Hoje vou trucidar sua candidata”. A declaração, conforme relatado à polícia, gerou preocupação com a segurança de Natasha e poderia caracterizar, em tese, o crime de ameaça, previsto no artigo 147 do Código Penal.
O segundo boletim foi registrado pelo marido da candidata, o médico Roberto Carlos Fraife Barreto, em razão de declarações dadas por Maurício à imprensa sobre um episódio ocorrido depois do debate.
Conforme consta no documento, o candidato afirmou: “Eu não tenho medo de bandido de tipo nenhum” e “Eu vou ter medo de marido agressivo dos outros?”. A defesa de Natasha considerou as declarações ofensivas e apontou possível prática dos crimes de injúria e difamação.
Ao falar sobre a repercussão do caso, Natasha minimizou os efeitos da confusão para sua campanha e avaliou que o adversário estaria tentando ganhar exposição com o episódio.
“Eu acho que, infelizmente, ele quer o momento de fama dele”, disse.
Os dois boletins foram encaminhados para a 3ª Delegacia de Polícia de Cuiabá, que ficará responsável pela apuração. As acusações registradas nos documentos ainda serão investigadas pela Polícia Civil e, até o momento, não representam uma conclusão de que os crimes tenham sido efetivamente cometidos.
Natasha afirmou que não pretende concentrar a campanha no conflito e que seguirá com as atividades eleitorais. “Eu fiz lá meu boletim e ele vai responder na Justiça”, declarou. Segundo a candidata, Maurício não entrou em contato posteriormente para se desculpar pelos episódios.
Os dois registros foram feitos pela assessoria jurídica da campanha na Delegacia Digital da Polícia Judiciária Civil. O primeiro boletim trata de uma suposta ameaça e teve como origem um relato feito pelo diretor de marketing da campanha de Natasha.
Segundo o registro, antes do debate, Maurício teria colocado a mão no ombro do profissional e dito: “Hoje vou trucidar sua candidata”. A declaração, conforme relatado à polícia, gerou preocupação com a segurança de Natasha e poderia caracterizar, em tese, o crime de ameaça, previsto no artigo 147 do Código Penal.
O segundo boletim foi registrado pelo marido da candidata, o médico Roberto Carlos Fraife Barreto, em razão de declarações dadas por Maurício à imprensa sobre um episódio ocorrido depois do debate.
Conforme consta no documento, o candidato afirmou: “Eu não tenho medo de bandido de tipo nenhum” e “Eu vou ter medo de marido agressivo dos outros?”. A defesa de Natasha considerou as declarações ofensivas e apontou possível prática dos crimes de injúria e difamação.
Ao falar sobre a repercussão do caso, Natasha minimizou os efeitos da confusão para sua campanha e avaliou que o adversário estaria tentando ganhar exposição com o episódio.
“Eu acho que, infelizmente, ele quer o momento de fama dele”, disse.
Os dois boletins foram encaminhados para a 3ª Delegacia de Polícia de Cuiabá, que ficará responsável pela apuração. As acusações registradas nos documentos ainda serão investigadas pela Polícia Civil e, até o momento, não representam uma conclusão de que os crimes tenham sido efetivamente cometidos.
Publicado originalmente em infoverus.com.br



