Nova ferrovia em MT deve reduzir frete, aliviar rodovias e impulsionar exportações do agronegócio
Com trilhos mais próximos das lavouras, estado tenta diminuir custos e acelerar o escoamento da safra
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O primeiro trecho da Ferrovia Estadual Senador Vicente Emílio Vuolo começou a operar em Mato Grosso com uma promessa central: baratear o transporte de grãos e reduzir a dependência quase total dos caminhões no escoamento da safra.
Hoje, a produção mato-grossense percorre centenas de quilômetros por rodovias até alcançar centros logísticos e portos. Esse modelo encarece o frete, desgasta estradas e aumenta o tempo de entrega, principalmente em períodos de safra intensa.
Com a nova ferrovia, os trilhos avançam para mais perto das áreas produtoras, criando uma alternativa logística para o agronegócio e diminuindo parte desse trajeto rodoviário.
Nesta primeira fase, foram entregues 162 quilômetros de trilhos entre Rondonópolis e Dom Aquino. O projeto completo terá mais de 700 quilômetros, ligando Rondonópolis a Lucas do Rio Verde, com ramal para Cuiabá.
Menos caminhões, mais competitividade
A ferrovia vai conectar Mato Grosso ao Porto de Santos por meio da Malha Norte e da Malha Paulista, formando um corredor logístico mais rápido e barato para exportação de grãos. A principal aposta é reduzir o custo do transporte até a principal rota de exportação da produção do estado.
Atualmente, a maior parte da safra mato-grossense percorre centenas de quilômetros em caminhões até chegar aos centros logísticos e portos. Com a entrada da ferrovia, a tendência é dividir essa carga, aliviar a pressão sobre as rodovias e ampliar a capacidade de transporte em larga escala.
O novo terminal em Dom Aquino terá capacidade para movimentar até 10 milhões de toneladas de grãos por ano, funcionando como ponto estratégico de embarque. A estrutura conta com cinco tombadores, capacidade para descarregar até 35 caminhões por hora e armazenagem estática de até 42 mil toneladas.
Impacto econômico
Além do ganho logístico, a ferrovia também movimenta a economia. A primeira fase recebeu mais de R$ 5 bilhões em investimentos privados e mobilizou mais de 65 empresas durante a execução. A expectativa é que a operação avance no segundo semestre e ganhe peso maior a partir de 2027, quando o terminal deve ampliar sua participação no escoamento da produção estadual e fortalecer Mato Grosso no mercado internacional.
O primeiro trecho da Ferrovia Estadual Senador Vicente Emílio Vuolo foi inaugurado no sábado (20), em Dom Aquino, com a presença do vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB), do governador Otaviano Pivetta (Republicanos), do senador Jayme Campos (União), do presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Max Russi (Podemos), e dos ex-governadores Mauro Mendes (União) e Pedro Taques (PSD), além de prefeitos e políticos da região.
Hoje, a produção mato-grossense percorre centenas de quilômetros por rodovias até alcançar centros logísticos e portos. Esse modelo encarece o frete, desgasta estradas e aumenta o tempo de entrega, principalmente em períodos de safra intensa.
Com a nova ferrovia, os trilhos avançam para mais perto das áreas produtoras, criando uma alternativa logística para o agronegócio e diminuindo parte desse trajeto rodoviário.
Nesta primeira fase, foram entregues 162 quilômetros de trilhos entre Rondonópolis e Dom Aquino. O projeto completo terá mais de 700 quilômetros, ligando Rondonópolis a Lucas do Rio Verde, com ramal para Cuiabá.
Menos caminhões, mais competitividade
A ferrovia vai conectar Mato Grosso ao Porto de Santos por meio da Malha Norte e da Malha Paulista, formando um corredor logístico mais rápido e barato para exportação de grãos. A principal aposta é reduzir o custo do transporte até a principal rota de exportação da produção do estado.
Atualmente, a maior parte da safra mato-grossense percorre centenas de quilômetros em caminhões até chegar aos centros logísticos e portos. Com a entrada da ferrovia, a tendência é dividir essa carga, aliviar a pressão sobre as rodovias e ampliar a capacidade de transporte em larga escala.
O novo terminal em Dom Aquino terá capacidade para movimentar até 10 milhões de toneladas de grãos por ano, funcionando como ponto estratégico de embarque. A estrutura conta com cinco tombadores, capacidade para descarregar até 35 caminhões por hora e armazenagem estática de até 42 mil toneladas.
Impacto econômico
Além do ganho logístico, a ferrovia também movimenta a economia. A primeira fase recebeu mais de R$ 5 bilhões em investimentos privados e mobilizou mais de 65 empresas durante a execução. A expectativa é que a operação avance no segundo semestre e ganhe peso maior a partir de 2027, quando o terminal deve ampliar sua participação no escoamento da produção estadual e fortalecer Mato Grosso no mercado internacional.
O primeiro trecho da Ferrovia Estadual Senador Vicente Emílio Vuolo foi inaugurado no sábado (20), em Dom Aquino, com a presença do vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB), do governador Otaviano Pivetta (Republicanos), do senador Jayme Campos (União), do presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Max Russi (Podemos), e dos ex-governadores Mauro Mendes (União) e Pedro Taques (PSD), além de prefeitos e políticos da região.
Publicado originalmente em 24horasmt.com.br



