OAB-MT defende investigação sobre envolvidos na crise do STF e afastamento de Alexandre de Moraes; VEJA VÍDEO
Presidente da OAB-MT Gisela Cardoso pediu acesso aos autos, fim do inquérito das Fake News e afastamento cautelar dos investigados, incluindo Alexandre de Moraes
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A presidente da Ordem dos Advogados do Brasil - Seccional Mato Grosso (OAB-MT), Gisela Cardoso, defendeu nesta segunda-feira (14) a abertura de investigações sobre todos os envolvidos na crise no Supremo Tribunal Federal (STF), independentemente do cargo ocupado. A manifestação ocorreu durante a sessão do Conselho Pleno da OAB, em Brasília.
“Seremos lembrados pela ação e não pela omissão”, disse Gisela ao defender a posição da advocacia mato-grossense diante do cenário envolvendo o STF.
Gisela participou de toda a sessão acompanhada da bancada federal da OAB-MT e dos conselheiros federais Kamila Michiko, Fernanda Brandão, Eduardo Marçal e Breno Miranda. Durante o encontro, ela pediu a palavra para apresentar o posicionamento da seccional de Mato Grosso.
“É exatamente por ser esta uma sessão histórica que pedi a fala para registrar qual é o posicionamento da advocacia mato-grossense. A OAB de Mato Grosso entende que, neste momento de crise institucional, talvez nunca antes vivida em tais proporções, é necessária a abertura imediata de investigações em relação a todos os envolvidos, independentemente de qual autoridade seja ou do cargo que ocupe. Requer a quebra do sigilo dos processos, a habilitação da OAB ou acesso aos autos. Pugna pelo fim do inquérito das Fake News e pelo afastamento cautelar de todos os investigados, especialmente do ministro Alexandre de Moraes, bem como pela punição de todos os responsáveis, caso confirmados os ilícitos”, ressaltou.
Antes de apresentar a posição durante a sessão, Gisela afirmou ter consultado o Colégio de Presidentes e o Conselho Pleno da Seccional de Mato Grosso. Segundo ela, a advocacia não deve deixar de se manifestar diante de situações que, em sua avaliação, atingem diretamente a Constituição e o Estado Democrático de Direito.
A presidente da OAB-MT defendeu que as apurações alcancem todos os envolvidos, sem distinção em razão da autoridade ou do cargo ocupado, e pediu transparência nos processos por meio da quebra dos sigilos e do acesso aos autos pela entidade.
Entre as medidas defendidas por Gisela estão ainda o encerramento do inquérito das Fake News, o afastamento cautelar dos investigados, especialmente Moraes, e a responsabilização daqueles que eventualmente tenham cometido ilícitos, caso as irregularidades sejam confirmadas.
“Seremos lembrados pela ação e não pela omissão”, disse Gisela ao defender a posição da advocacia mato-grossense diante do cenário envolvendo o STF.
Gisela participou de toda a sessão acompanhada da bancada federal da OAB-MT e dos conselheiros federais Kamila Michiko, Fernanda Brandão, Eduardo Marçal e Breno Miranda. Durante o encontro, ela pediu a palavra para apresentar o posicionamento da seccional de Mato Grosso.
“É exatamente por ser esta uma sessão histórica que pedi a fala para registrar qual é o posicionamento da advocacia mato-grossense. A OAB de Mato Grosso entende que, neste momento de crise institucional, talvez nunca antes vivida em tais proporções, é necessária a abertura imediata de investigações em relação a todos os envolvidos, independentemente de qual autoridade seja ou do cargo que ocupe. Requer a quebra do sigilo dos processos, a habilitação da OAB ou acesso aos autos. Pugna pelo fim do inquérito das Fake News e pelo afastamento cautelar de todos os investigados, especialmente do ministro Alexandre de Moraes, bem como pela punição de todos os responsáveis, caso confirmados os ilícitos”, ressaltou.
Antes de apresentar a posição durante a sessão, Gisela afirmou ter consultado o Colégio de Presidentes e o Conselho Pleno da Seccional de Mato Grosso. Segundo ela, a advocacia não deve deixar de se manifestar diante de situações que, em sua avaliação, atingem diretamente a Constituição e o Estado Democrático de Direito.
A presidente da OAB-MT defendeu que as apurações alcancem todos os envolvidos, sem distinção em razão da autoridade ou do cargo ocupado, e pediu transparência nos processos por meio da quebra dos sigilos e do acesso aos autos pela entidade.
Entre as medidas defendidas por Gisela estão ainda o encerramento do inquérito das Fake News, o afastamento cautelar dos investigados, especialmente Moraes, e a responsabilização daqueles que eventualmente tenham cometido ilícitos, caso as irregularidades sejam confirmadas.
Publicado originalmente em infoverus.com.br



