Pai de Daniel Vorcaro pede liberdade após mais de 90 dias preso e cita paralisação do caso Master no STF
Defesa alega excesso de prazo e afirma que paralisação do processo no STF impede análise do pedido de soltura
2 min de leitura

A defesa de Henrique Vorcaro, pai do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, pediu nesta quarta-feira (16) a revogação da prisão preventiva por excesso de prazo. Os advogados afirmam que ele está preso há mais de 90 dias sem que um pedido de liberdade tenha sido analisado.
Henrique foi preso em maio, durante a 6ª fase da Operação Compliance Zero, que investiga suspeitas de corrupção de agentes públicos e fraudes financeiras bilionárias atribuídas ao ex-banqueiro. A prisão preventiva foi determinada pelo ministro André Mendonça, relator do caso Master no Supremo Tribunal Federal (STF), e confirmada pela Segunda Turma da Corte em junho.
Segundo os investigadores, Henrique seria integrante e um dos líderes de uma estrutura particular de intimidação mantida por Daniel Vorcaro. De acordo com a Polícia Federal, os grupos chamados de “A Turma” e “Os Meninos” atuariam contra desafetos do ex-banqueiro, com ameaças presenciais e virtuais e obtenção ilegal de informações sigilosas.
A defesa argumenta que a situação se agravou com a paralisação da tramitação de processos relacionados ao caso Master no STF. Os advogados sustentam que Henrique não possui foro por prerrogativa de função e que não há, no processo em que ele é investigado, pessoas com foro no Supremo.
A suspensão ocorreu após o presidente do STF, ministro Edson Fachin, assumir a relatoria da Petição 16.662 e determinar que processos relacionados ao caso Master fossem encaminhados à Presidência da Corte.
A medida está relacionada à crise envolvendo um relatório da Polícia Federal que aponta supostas mensagens trocadas entre Daniel Vorcaro e o ministro Alexandre de Moraes. Fachin determinou que o plenário analisasse questões envolvendo a investigação e a relatoria do caso.
Na sessão realizada na terça-feira (15), porém, o STF não chegou a analisar o mérito da Petição 16.662. Um pedido de vista do ministro Flávio Dino suspendeu a discussão sobre a possibilidade de julgamento conjunto de processos relacionados ao caso Master.
Com a indefinição sobre a retomada da análise, a defesa de Henrique sustenta que a demora prejudica o cliente e pede que a prisão preventiva seja revogada.
Henrique foi preso em maio, durante a 6ª fase da Operação Compliance Zero, que investiga suspeitas de corrupção de agentes públicos e fraudes financeiras bilionárias atribuídas ao ex-banqueiro. A prisão preventiva foi determinada pelo ministro André Mendonça, relator do caso Master no Supremo Tribunal Federal (STF), e confirmada pela Segunda Turma da Corte em junho.
Segundo os investigadores, Henrique seria integrante e um dos líderes de uma estrutura particular de intimidação mantida por Daniel Vorcaro. De acordo com a Polícia Federal, os grupos chamados de “A Turma” e “Os Meninos” atuariam contra desafetos do ex-banqueiro, com ameaças presenciais e virtuais e obtenção ilegal de informações sigilosas.
A defesa argumenta que a situação se agravou com a paralisação da tramitação de processos relacionados ao caso Master no STF. Os advogados sustentam que Henrique não possui foro por prerrogativa de função e que não há, no processo em que ele é investigado, pessoas com foro no Supremo.
A suspensão ocorreu após o presidente do STF, ministro Edson Fachin, assumir a relatoria da Petição 16.662 e determinar que processos relacionados ao caso Master fossem encaminhados à Presidência da Corte.
A medida está relacionada à crise envolvendo um relatório da Polícia Federal que aponta supostas mensagens trocadas entre Daniel Vorcaro e o ministro Alexandre de Moraes. Fachin determinou que o plenário analisasse questões envolvendo a investigação e a relatoria do caso.
Na sessão realizada na terça-feira (15), porém, o STF não chegou a analisar o mérito da Petição 16.662. Um pedido de vista do ministro Flávio Dino suspendeu a discussão sobre a possibilidade de julgamento conjunto de processos relacionados ao caso Master.
Com a indefinição sobre a retomada da análise, a defesa de Henrique sustenta que a demora prejudica o cliente e pede que a prisão preventiva seja revogada.
Publicado originalmente em infoverus.com.br



