Paraná Pesquisas: Pivetta lidera entre homens e Wellington Fagundes empata entre mulheres em MT
Levantamento mostra diferença de 12,8 pontos entre os dois no eleitorado masculino e cenário invertido entre as mulheres
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A disputa pelo Governo de Mato Grosso apresenta comportamentos diferentes entre homens e mulheres, segundo pesquisa do Instituto Paraná divulgada nesta segunda-feira (24). No eleitorado masculino, Otaviano Pivetta (Republicanos) tem 44,8% das intenções de voto, contra 32% de Wellington Fagundes (PL), uma vantagem de 12,8 pontos percentuais. Entre as mulheres, Wellington aparece numericamente à frente, com 37,8%, enquanto Pivetta registra 33,4%, diferença de 4,4 pontos que configura empate técnico.
O levantamento ouviu 1.504 eleitores, sendo 734 homens, equivalentes a 48,8% da amostra, e 770 mulheres, ou 51,2%. A distribuição, segundo o instituto, praticamente reproduz a composição do eleitorado utilizada para elaborar a amostra.
No cenário estimulado com todos os candidatos, Pivetta soma 39% das intenções de voto no resultado geral, enquanto Wellington aparece com 35%. Doutora Natasha (PSD) tem 8,7%; Sargento Laudicério (Agir), 2,2%; Mauricio Coelho (Mobiliza), 0,4%; e Rafaell Milas (Missão), 0,3%.
Diferença se mantém em confronto direto
Quando a pesquisa considera apenas Pivetta e Wellington em um eventual confronto direto, a divisão entre os gêneros permanece.
Entre os homens, Pivetta chega a 50% das intenções de voto, enquanto Wellington marca 38%, diferença de 12 pontos percentuais. Entre as mulheres, Wellington aparece com 43,5%, contra 38,8% de Pivetta. A vantagem feminina de 4,7 pontos também não é suficiente para indicar uma liderança estatisticamente consolidada.
No resultado geral desse cenário, Pivetta registra 44,3%, enquanto Wellington tem 40,8%. Outros 9,1% disseram que não votariam em nenhum dos dois, escolheriam branco ou nulo, e 5,8% não souberam ou não quiseram opinar.
A margem de erro informada pelo Instituto Paraná para os resultados gerais é de 2,6 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. Como os recortes por gênero representam grupos menores que o total da amostra, eles apresentam maior incerteza estatística, o que impede considerar consolidada a vantagem de Wellington entre as mulheres.
Rejeição também apresenta diferença
O recorte por gênero também aparece nos índices de rejeição dos candidatos. Wellington é citado por 29,6% dos homens entre aqueles em quem não votariam, enquanto entre as mulheres o percentual cai para 22,1%.
A rejeição de Pivetta, por outro lado, praticamente não varia entre os dois grupos: é de 16,3% entre os homens e de 16,2% entre as mulheres.
Considerando o conjunto dos entrevistados, Wellington Fagundes aparece com 25,7% de rejeição; Doutora Natasha tem 19,3%; Otaviano Pivetta, 16,3%; Sargento Laudicério, 11,8%; Mauricio Coelho, 9,5%; e Rafaell Milas, 8,6%. Nesse questionamento, cada eleitor poderia indicar mais de um candidato em quem não votaria.
A pesquisa foi realizada pelo Instituto Paraná de Pesquisas e Análise de Consumidor Ltda., contratado pela Sedek Serviços, Tecnologia & Informação Ltda. pelo valor de R$ 45 mil.
As entrevistas foram feitas presencialmente, de forma pessoal e domiciliar, com 1.504 eleitores de 56 municípios de Mato Grosso, entre os dias 21 e 23 de agosto. O levantamento tem margem de erro de 2,6 pontos percentuais nos resultados gerais e nível de confiança de 95%.
A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número MT-02157/2026.
O levantamento ouviu 1.504 eleitores, sendo 734 homens, equivalentes a 48,8% da amostra, e 770 mulheres, ou 51,2%. A distribuição, segundo o instituto, praticamente reproduz a composição do eleitorado utilizada para elaborar a amostra.
No cenário estimulado com todos os candidatos, Pivetta soma 39% das intenções de voto no resultado geral, enquanto Wellington aparece com 35%. Doutora Natasha (PSD) tem 8,7%; Sargento Laudicério (Agir), 2,2%; Mauricio Coelho (Mobiliza), 0,4%; e Rafaell Milas (Missão), 0,3%.
Diferença se mantém em confronto direto
Quando a pesquisa considera apenas Pivetta e Wellington em um eventual confronto direto, a divisão entre os gêneros permanece.
Entre os homens, Pivetta chega a 50% das intenções de voto, enquanto Wellington marca 38%, diferença de 12 pontos percentuais. Entre as mulheres, Wellington aparece com 43,5%, contra 38,8% de Pivetta. A vantagem feminina de 4,7 pontos também não é suficiente para indicar uma liderança estatisticamente consolidada.
No resultado geral desse cenário, Pivetta registra 44,3%, enquanto Wellington tem 40,8%. Outros 9,1% disseram que não votariam em nenhum dos dois, escolheriam branco ou nulo, e 5,8% não souberam ou não quiseram opinar.
A margem de erro informada pelo Instituto Paraná para os resultados gerais é de 2,6 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. Como os recortes por gênero representam grupos menores que o total da amostra, eles apresentam maior incerteza estatística, o que impede considerar consolidada a vantagem de Wellington entre as mulheres.
Rejeição também apresenta diferença
O recorte por gênero também aparece nos índices de rejeição dos candidatos. Wellington é citado por 29,6% dos homens entre aqueles em quem não votariam, enquanto entre as mulheres o percentual cai para 22,1%.
A rejeição de Pivetta, por outro lado, praticamente não varia entre os dois grupos: é de 16,3% entre os homens e de 16,2% entre as mulheres.
Considerando o conjunto dos entrevistados, Wellington Fagundes aparece com 25,7% de rejeição; Doutora Natasha tem 19,3%; Otaviano Pivetta, 16,3%; Sargento Laudicério, 11,8%; Mauricio Coelho, 9,5%; e Rafaell Milas, 8,6%. Nesse questionamento, cada eleitor poderia indicar mais de um candidato em quem não votaria.
A pesquisa foi realizada pelo Instituto Paraná de Pesquisas e Análise de Consumidor Ltda., contratado pela Sedek Serviços, Tecnologia & Informação Ltda. pelo valor de R$ 45 mil.
As entrevistas foram feitas presencialmente, de forma pessoal e domiciliar, com 1.504 eleitores de 56 municípios de Mato Grosso, entre os dias 21 e 23 de agosto. O levantamento tem margem de erro de 2,6 pontos percentuais nos resultados gerais e nível de confiança de 95%.
A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número MT-02157/2026.
Publicado originalmente em infoverus.com.br



