Pedro Taques nega rivalidade com Carlos Fávaro e diz que fará campanha por Lula em Mato Grosso; VEJA VÍDEO
Pré-candidato ao Senado afirma que aliança é política, não pessoal, defende a democracia e promete pedir votos para a chapa presidencial de Lula e Alckmin
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O ex-governador Pedro Taques (PSB), pré-candidato ao Senado nas eleições de 2026, afirmou que não possui desavenças com o senador Carlos Fávaro (PSD) e classificou a reaproximação entre os dois como uma aliança construída em torno de um projeto político para Mato Grosso e para o país. Durante a convenção da Federação Brasil da Esperança, realizada nesta quinta-feira (30), em Cuiabá, Taques também declarou que fará campanha pela reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Homologado como candidato ao Senado pelo PSB, Taques dividirá a chapa com Fávaro, que também teve a candidatura oficializada. Os dois foram aliados entre 2015 e 2018, quando Fávaro ocupou o cargo de vice-governador, mas romperam politicamente após a renúncia do então vice.
Questionado sobre a relação com Fávaro, Taques descartou qualquer conflito pessoal.
"Não tem questão com o Fávaro. Eu não sou inimigo do Fávaro. Ele não é meu inimigo."
Segundo o ex-governador, a composição eleitoral não representa uma relação de proximidade entre os integrantes da chapa, mas sim um compromisso com princípios considerados comuns.
"Quando você faz uma aliança política, nós estamos fazendo uma aliança política para o Brasil e para Mato Grosso. Esta aliança política não significa que você quer casar com ele. Eu não quero casar com o Fávaro. O Fávaro não quer casar comigo. Nós vamos defender princípios constitucionais."
Taques afirmou ainda que sua trajetória política sempre foi pautada pela defesa da Constituição e disse que a coligação reúne nove partidos comprometidos com a democracia, a liberdade de imprensa e a soberania nacional. Ele também confirmou apoio à candidatura de Natasha Slhessarenko (PSD) ao Governo de Mato Grosso e disse acreditar que a aliança poderá ser ampliada durante a campanha.
Apesar de negar divergências pessoais com Fávaro, o ex-governador fez críticas ao grupo político liderado pelo governador Mauro Mendes (União). Segundo ele, o período eleitoral será o momento para cobrar explicações sobre a administração estadual e ampliar o debate público entre os candidatos.
Durante o evento, Taques também declarou que pretende participar ativamente da campanha presidencial em Mato Grosso e pedir votos para Lula e o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB).
"Nós somos diferentes, temos posicionamentos diferentes, temos divergências. No entanto, o presidente Lula e o presidente Alckmin deram uma lição para o povo brasileiro. A lição foi: no momento em que a democracia se encontra em perigo, nós precisamos nos unir em favor da democracia."
Em seguida, reforçou o apoio à chapa presidencial.
"Eu estou aqui com total tranquilidade para dizer: vou defender o nome do presidente Lula, o nome do presidente Alckmin, em todas as ruas do Oeste deste Estado."
E completou: "Eu quero dizer que nós precisamos nos unir para eleger o presidente Lula, porque o presidente Lula e o presidente Alckmin significam a continuidade da democracia."
A presença de Taques e Fávaro no mesmo palanque marca uma reaproximação política após anos de distanciamento. Em 2018, Fávaro renunciou ao cargo de vice-governador, alegando falta de rumo na gestão de Taques e isolamento dos aliados. Posteriormente, apoiou Mauro Mendes na disputa pelo Governo do Estado, adversário político de Taques naquele pleito.
Os dois também estiveram em lados opostos na eleição suplementar ao Senado, em 2020. Na ocasião, Fávaro venceu a disputa, enquanto Taques ficou entre os candidatos derrotados.
Além de homologar as candidaturas de Pedro Taques e Carlos Fávaro ao Senado, a convenção oficializou Natasha Slhessarenko (PSD) como candidata ao Governo de Mato Grosso, tendo Diogo Botelho como candidato a vice. A chapa reúne a Federação Brasil da Esperança (PT, PV e PCdoB), além de PSD e PSB, em um projeto político alinhado ao presidente Lula.
Homologado como candidato ao Senado pelo PSB, Taques dividirá a chapa com Fávaro, que também teve a candidatura oficializada. Os dois foram aliados entre 2015 e 2018, quando Fávaro ocupou o cargo de vice-governador, mas romperam politicamente após a renúncia do então vice.
Questionado sobre a relação com Fávaro, Taques descartou qualquer conflito pessoal.
"Não tem questão com o Fávaro. Eu não sou inimigo do Fávaro. Ele não é meu inimigo."
Segundo o ex-governador, a composição eleitoral não representa uma relação de proximidade entre os integrantes da chapa, mas sim um compromisso com princípios considerados comuns.
"Quando você faz uma aliança política, nós estamos fazendo uma aliança política para o Brasil e para Mato Grosso. Esta aliança política não significa que você quer casar com ele. Eu não quero casar com o Fávaro. O Fávaro não quer casar comigo. Nós vamos defender princípios constitucionais."
Taques afirmou ainda que sua trajetória política sempre foi pautada pela defesa da Constituição e disse que a coligação reúne nove partidos comprometidos com a democracia, a liberdade de imprensa e a soberania nacional. Ele também confirmou apoio à candidatura de Natasha Slhessarenko (PSD) ao Governo de Mato Grosso e disse acreditar que a aliança poderá ser ampliada durante a campanha.
Apesar de negar divergências pessoais com Fávaro, o ex-governador fez críticas ao grupo político liderado pelo governador Mauro Mendes (União). Segundo ele, o período eleitoral será o momento para cobrar explicações sobre a administração estadual e ampliar o debate público entre os candidatos.
Durante o evento, Taques também declarou que pretende participar ativamente da campanha presidencial em Mato Grosso e pedir votos para Lula e o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB).
"Nós somos diferentes, temos posicionamentos diferentes, temos divergências. No entanto, o presidente Lula e o presidente Alckmin deram uma lição para o povo brasileiro. A lição foi: no momento em que a democracia se encontra em perigo, nós precisamos nos unir em favor da democracia."
Em seguida, reforçou o apoio à chapa presidencial.
"Eu estou aqui com total tranquilidade para dizer: vou defender o nome do presidente Lula, o nome do presidente Alckmin, em todas as ruas do Oeste deste Estado."
E completou: "Eu quero dizer que nós precisamos nos unir para eleger o presidente Lula, porque o presidente Lula e o presidente Alckmin significam a continuidade da democracia."
A presença de Taques e Fávaro no mesmo palanque marca uma reaproximação política após anos de distanciamento. Em 2018, Fávaro renunciou ao cargo de vice-governador, alegando falta de rumo na gestão de Taques e isolamento dos aliados. Posteriormente, apoiou Mauro Mendes na disputa pelo Governo do Estado, adversário político de Taques naquele pleito.
Os dois também estiveram em lados opostos na eleição suplementar ao Senado, em 2020. Na ocasião, Fávaro venceu a disputa, enquanto Taques ficou entre os candidatos derrotados.
Além de homologar as candidaturas de Pedro Taques e Carlos Fávaro ao Senado, a convenção oficializou Natasha Slhessarenko (PSD) como candidata ao Governo de Mato Grosso, tendo Diogo Botelho como candidato a vice. A chapa reúne a Federação Brasil da Esperança (PT, PV e PCdoB), além de PSD e PSB, em um projeto político alinhado ao presidente Lula.
Publicado originalmente em infoverus.com.br



