Perícia não encontra sinais de pouso de emergência em queda de avião que matou 3 em MT
Análise preliminar aponta que aeronave atingiu o solo quase na vertical e pegou fogo; corpos foram carbonizados e ainda aguardam identificação
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A perícia não encontrou, até o momento, sinais de que o avião que caiu e matou três pessoas na quinta-feira (10), em Água Boa (730 km a leste de Cuiabá), tenha tentado fazer um pouso de emergência. A análise preliminar da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) indica que a aeronave atingiu o solo de forma praticamente vertical e com grande impacto, sem deixar marcas de arraste pela vegetação.
O gerente regional da Politec em Água Boa, Paulo Barbosa, explicou que a equipe foi acionada para realizar o levantamento pericial no local do acidente e retirar os três corpos, que foram encaminhados para a unidade da instituição.
“Fizemos voo, vimos uma zona de mata e sem vestígio de vegetação. A impressão é que o avião caiu quase na vertical, não teve arraste. Bateu com violência, há desgaste na terra e depois pegou fogo e carbonizou as vítimas”, relatou à imprensa local.
De acordo com o perito, os vestígios encontrados na área não são compatíveis, inicialmente, com uma aeronave que tenha realizado uma tentativa de pouso forçado. A dinâmica da queda, no entanto, ainda não foi determinada e será alvo da investigação.
Os três corpos permanecem na Politec para os procedimentos de identificação. Também serão coletadas amostras para exames de DNA, já que, segundo Barbosa, nenhum possível familiar havia procurado a instituição até o momento.
“É muito recente, não recebemos acionamento de nenhum possível familiar, mas é necessário para comparar o material genético no DNA”, explicou.
Durante o trabalho pericial, foram localizados dois corpos na parte dianteira da aeronave, sendo um deles o piloto e o outro um ocupante. O terceiro estava na parte traseira e foi identificado preliminarmente como passageiro.
O incêndio que ocorreu após a queda provocou a carbonização dos corpos, dificultando a identificação das vítimas.
As causas do acidente ainda não foram esclarecidas. A previsão inicial é de que uma equipe do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) vá até Água Boa para auxiliar na apuração.
A Politec também não conseguiu identificar, nesta primeira etapa, se havia algum tipo de carga sendo transportada pelo avião. No local, os peritos encontraram uma estrutura semelhante a uma caixa de alimentos, mas nenhum conteúdo permaneceu preservado.
Conforme Barbosa, caso houvesse outros materiais a bordo, eles podem ter sido destruídos pelo fogo. A investigação deverá considerar os destroços, os vestígios encontrados na área e demais informações relacionadas ao voo para esclarecer o que provocou a queda e como o acidente aconteceu.
O gerente regional da Politec em Água Boa, Paulo Barbosa, explicou que a equipe foi acionada para realizar o levantamento pericial no local do acidente e retirar os três corpos, que foram encaminhados para a unidade da instituição.
“Fizemos voo, vimos uma zona de mata e sem vestígio de vegetação. A impressão é que o avião caiu quase na vertical, não teve arraste. Bateu com violência, há desgaste na terra e depois pegou fogo e carbonizou as vítimas”, relatou à imprensa local.
De acordo com o perito, os vestígios encontrados na área não são compatíveis, inicialmente, com uma aeronave que tenha realizado uma tentativa de pouso forçado. A dinâmica da queda, no entanto, ainda não foi determinada e será alvo da investigação.
Os três corpos permanecem na Politec para os procedimentos de identificação. Também serão coletadas amostras para exames de DNA, já que, segundo Barbosa, nenhum possível familiar havia procurado a instituição até o momento.
“É muito recente, não recebemos acionamento de nenhum possível familiar, mas é necessário para comparar o material genético no DNA”, explicou.
Durante o trabalho pericial, foram localizados dois corpos na parte dianteira da aeronave, sendo um deles o piloto e o outro um ocupante. O terceiro estava na parte traseira e foi identificado preliminarmente como passageiro.
O incêndio que ocorreu após a queda provocou a carbonização dos corpos, dificultando a identificação das vítimas.
As causas do acidente ainda não foram esclarecidas. A previsão inicial é de que uma equipe do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) vá até Água Boa para auxiliar na apuração.
A Politec também não conseguiu identificar, nesta primeira etapa, se havia algum tipo de carga sendo transportada pelo avião. No local, os peritos encontraram uma estrutura semelhante a uma caixa de alimentos, mas nenhum conteúdo permaneceu preservado.
Conforme Barbosa, caso houvesse outros materiais a bordo, eles podem ter sido destruídos pelo fogo. A investigação deverá considerar os destroços, os vestígios encontrados na área e demais informações relacionadas ao voo para esclarecer o que provocou a queda e como o acidente aconteceu.
Publicado originalmente em infoverus.com.br


