PF deflagra Operação Arcanjo contra esquema de comércio de ouro ilegal entre MT e SP e mira grupo que teria movimentado R$ 5,2 milhões; VEJA VÍDEO
Investigação aponta negociação de 17,3 kg de ouro e cumpre 24 mandados em quatro cidades de Mato Grosso, além de municípios de MS e SP
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A Polícia Federal deflagrou, nesta sexta-feira, a Operação Arcanjo para investigar uma organização criminosa suspeita de adquirir, comercializar e ocultar recursos obtidos com ouro de origem ilícita. O grupo teria atuação em Poconé (MT) e São José do Rio Preto (SP).
Ao todo, são cumpridos 22 mandados de busca e apreensão e dois de prisão preventiva em Cuiabá, Várzea Grande, Poconé e Pontes e Lacerda, em Mato Grosso, além de Campo Grande (MS) e São José do Rio Preto (SP). Um dos mandados é cumprido em um condomínio de luxo em Cuiabá. Até o momento, não foi informado quem seria o réu.
Segundo a investigação, os suspeitos atuavam em diferentes etapas da cadeia envolvendo a aquisição, circulação, comercialização e ocultação de recursos provenientes do minério. O grupo teria movimentado mais de R$ 5,2 milhões relacionados às operações investigadas, com a negociação identificada de aproximadamente 17,3 quilos de ouro.
A análise das movimentações financeiras permitiu aos investigadores reconstruir parte da dinâmica do esquema. A estrutura seria formada por fornecedores, operadores financeiros, intermediários, transportadores e compradores do minério.
As investigações apontam que o esquema começava na região de Poconé, onde o ouro era adquirido de garimpeiros ilegais. Os pagamentos ficavam a cargo do núcleo financeiro da organização e também eram feitos por meio de contas bancárias de terceiros, uma estratégia que dificultava o rastreamento da origem e do destino dos valores.
Depois de adquirido, o ouro era levado para São José do Rio Preto, onde era recebido e armazenado em um estabelecimento utilizado para a custódia do material e sua posterior comercialização. Na cidade paulista, o minério era intermediado até chegar aos compradores finais, concluindo o ciclo identificado pela investigação.
A PF também identificou mecanismos que teriam sido usados para ocultar e dissimular os valores obtidos com as negociações. Parte do dinheiro era recebida e, posteriormente, distribuída por meio de transferências eletrônicas e saques de grandes quantias em espécie.
Os fatos apurados podem configurar, em tese, crimes de usurpação de matéria-prima pertencente à União, lavagem de dinheiro e associação criminosa, além de outros delitos que possam ser identificados durante o avanço das diligências.
Ao todo, são cumpridos 22 mandados de busca e apreensão e dois de prisão preventiva em Cuiabá, Várzea Grande, Poconé e Pontes e Lacerda, em Mato Grosso, além de Campo Grande (MS) e São José do Rio Preto (SP). Um dos mandados é cumprido em um condomínio de luxo em Cuiabá. Até o momento, não foi informado quem seria o réu.
Segundo a investigação, os suspeitos atuavam em diferentes etapas da cadeia envolvendo a aquisição, circulação, comercialização e ocultação de recursos provenientes do minério. O grupo teria movimentado mais de R$ 5,2 milhões relacionados às operações investigadas, com a negociação identificada de aproximadamente 17,3 quilos de ouro.
A análise das movimentações financeiras permitiu aos investigadores reconstruir parte da dinâmica do esquema. A estrutura seria formada por fornecedores, operadores financeiros, intermediários, transportadores e compradores do minério.
As investigações apontam que o esquema começava na região de Poconé, onde o ouro era adquirido de garimpeiros ilegais. Os pagamentos ficavam a cargo do núcleo financeiro da organização e também eram feitos por meio de contas bancárias de terceiros, uma estratégia que dificultava o rastreamento da origem e do destino dos valores.
Depois de adquirido, o ouro era levado para São José do Rio Preto, onde era recebido e armazenado em um estabelecimento utilizado para a custódia do material e sua posterior comercialização. Na cidade paulista, o minério era intermediado até chegar aos compradores finais, concluindo o ciclo identificado pela investigação.
A PF também identificou mecanismos que teriam sido usados para ocultar e dissimular os valores obtidos com as negociações. Parte do dinheiro era recebida e, posteriormente, distribuída por meio de transferências eletrônicas e saques de grandes quantias em espécie.
Os fatos apurados podem configurar, em tese, crimes de usurpação de matéria-prima pertencente à União, lavagem de dinheiro e associação criminosa, além de outros delitos que possam ser identificados durante o avanço das diligências.
Publicado originalmente em infoverus.com.br


