PF deflagra Operação Solo Sagrado e mira grupo suspeito de extrair ouro ilegal da Terra Indígena Sararé em MT
PF, Receita e MPF cumprem 10 buscas e uma prisão preventiva e investigam entrada do minério extraído da Terra Indígena Sararé no mercado formal
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A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (18), em conjunto com a Receita Federal e o Ministério Público Federal (MPF), a Operação Solo Sagrado para desarticular uma organização criminosa suspeita de explorar ilegalmente ouro na Terra Indígena Sararé, em Mato Grosso, e depois inserir o minério no mercado formal.
A investigação aponta que o grupo mantinha uma estrutura que abrangia desde o financiamento e o suporte logístico para a atividade garimpeira até a circulação e a comercialização do ouro. Para chegar aos envolvidos e entender o funcionamento do esquema, os órgãos cruzaram informações policiais, bancárias, fiscais, patrimoniais e telemáticas.
Ao todo, foram cumpridos 10 mandados de busca e apreensão e um de prisão preventiva. Também foram determinadas medidas para afastar os sigilos bancário e fiscal dos investigados, além do sequestro de bens e valores.
Durante a apuração, foram identificados mais de R$ 3,5 milhões em recebimentos provenientes de instituições de pagamento e empresas de serviços digitais. Segundo a investigação, essas estruturas podem ter sido utilizadas para dificultar o rastreamento da origem e do destino dos recursos movimentados pelo grupo.
A dimensão da operação utilizada no garimpo também foi constatada durante uma fiscalização na Terra Indígena Sararé. Na ocasião, uma escavadeira hidráulica pertencente a uma das empresas investigadas foi encontrada em funcionamento em uma área de garimpo ilegal.
O equipamento foi apreendido e inutilizado no local. Posteriormente, foi aplicada uma multa administrativa superior a R$ 3 milhões.
A investigação continua. O material apreendido durante a operação será analisado pela Polícia Federal e pelos órgãos que participam da apuração, podendo levar à identificação de outros suspeitos e à adoção de novas medidas judiciais.
A investigação aponta que o grupo mantinha uma estrutura que abrangia desde o financiamento e o suporte logístico para a atividade garimpeira até a circulação e a comercialização do ouro. Para chegar aos envolvidos e entender o funcionamento do esquema, os órgãos cruzaram informações policiais, bancárias, fiscais, patrimoniais e telemáticas.
Ao todo, foram cumpridos 10 mandados de busca e apreensão e um de prisão preventiva. Também foram determinadas medidas para afastar os sigilos bancário e fiscal dos investigados, além do sequestro de bens e valores.
Durante a apuração, foram identificados mais de R$ 3,5 milhões em recebimentos provenientes de instituições de pagamento e empresas de serviços digitais. Segundo a investigação, essas estruturas podem ter sido utilizadas para dificultar o rastreamento da origem e do destino dos recursos movimentados pelo grupo.
A dimensão da operação utilizada no garimpo também foi constatada durante uma fiscalização na Terra Indígena Sararé. Na ocasião, uma escavadeira hidráulica pertencente a uma das empresas investigadas foi encontrada em funcionamento em uma área de garimpo ilegal.
O equipamento foi apreendido e inutilizado no local. Posteriormente, foi aplicada uma multa administrativa superior a R$ 3 milhões.
A investigação continua. O material apreendido durante a operação será analisado pela Polícia Federal e pelos órgãos que participam da apuração, podendo levar à identificação de outros suspeitos e à adoção de novas medidas judiciais.
Publicado originalmente em infoverus.com.br


