Pivetta desconversa sobre levar Flávia Moretti ao Republicanos, e prefeita diz que não deixa o PL
Governador afirmou que prioridade da prefeita é resolver problemas de Várzea Grande, enquanto Flávia disse que só deixará a legenda se for expulsa
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O governador e candidato à reeleição Otaviano Pivetta (Republicanos) evitou confirmar se pretende convidar a prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), para se filiar ao seu partido. A possibilidade passou a ser discutida depois que a prefeita rompeu politicamente com a candidatura do senador Wellington Fagundes (PL) ao Governo de Mato Grosso e declarou apoio à reeleição de Pivetta.
Durante um ato de campanha nesta quinta-feira (24), Pivetta foi questionado sobre uma eventual mudança partidária de Flávia, mas preferiu destacar a parceria entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Várzea Grande.
“A Flávia não está precisando de partido. Ela está precisando de um governo que ajude Várzea Grande a resolver seus problemas. Ela arrumou esse governo. Nós entramos em Várzea Grande para ficar até resolver o problema. Compromisso. As coisas estão acontecendo e nós vamos resolver. Nós só vamos sair de lá quando a água chegar em todos os lares várzea-grandenses”, afirmou Pivetta.
A declaração faz referência às ações conjuntas entre Estado e município para enfrentar os problemas no abastecimento de água de Várzea Grande. O acordo prevê investimentos de até R$ 60 milhões para ampliar e melhorar o sistema de abastecimento da cidade.
No mesmo evento, denominado “Arrancada da Vitória”, realizado no CPA II, em Cuiabá, Flávia adotou uma posição diferente da manifestada no início da semana, quando havia admitido a possibilidade de deixar o PL após receber convites de outras siglas, incluindo o Republicanos.
Questionada sobre sua permanência na legenda, a prefeita afirmou inicialmente que o assunto ainda era analisado pelo grupo. “Estamos analisando, o grupo está analisando”, respondeu.
Em seguida, ao ser questionada se precisaria ser expulsa para deixar o partido, Flávia confirmou: “É. Não saio do PL. O PL é o meu partido de coração, é o partido da minha ideologia. Sigo no PL até quando o PL me quiser.”
A prefeita também negou que o apoio a Pivetta tenha relação pessoal com Wellington Fagundes. Segundo ela, a decisão está ligada ao suporte recebido do Governo do Estado durante sua gestão em Várzea Grande.
“Não, não é pessoal. Estou sendo coerente com quem está me apoiando massivamente, com recursos efetivos no município, que, no caso, é o governador Pivetta. O ex-governador Mauro Mendes também me apoiou em 2025, enviando recursos para podermos fazer a gestão 2025/2026 em Várzea Grande”, declarou.
A decisão de Flávia de apoiar Pivetta contrariou a orientação do PL, que lançou Wellington Fagundes para a disputa pelo Governo de Mato Grosso. O posicionamento provocou desgaste entre a prefeita e a direção estadual da legenda, que anunciou a preparação de um procedimento interno para analisar a conduta dela e de outros prefeitos que também passaram a apoiar o candidato do Republicanos.
No início de setembro, o presidente estadual do PL, Ananias Filho, afirmou que Flávia e outros gestores seriam submetidos a uma análise interna e teriam direito à defesa antes de uma eventual punição. Posteriormente, o dirigente reduziu o tom em relação à possibilidade de expulsão e disse que o partido ainda avaliaria juridicamente quais medidas poderiam ser adotadas.
Na segunda-feira (21), Flávia havia admitido que poderia trocar de legenda e confirmou ter recebido convites de diferentes partidos, entre eles o Republicanos, sigla de Pivetta.
“Até porque estão vendo o que aconteceu entre eu e o PL. Olha, a gente não descarta [sair do partido]”, declarou na ocasião.
Agora, na reta final da campanha, a prefeita afirma que pretende continuar filiada ao PL, mesmo participando da campanha de Pivetta, que disputa a reeleição contra Wellington Fagundes, candidato lançado pelo próprio partido de Flávia.
Durante um ato de campanha nesta quinta-feira (24), Pivetta foi questionado sobre uma eventual mudança partidária de Flávia, mas preferiu destacar a parceria entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Várzea Grande.
“A Flávia não está precisando de partido. Ela está precisando de um governo que ajude Várzea Grande a resolver seus problemas. Ela arrumou esse governo. Nós entramos em Várzea Grande para ficar até resolver o problema. Compromisso. As coisas estão acontecendo e nós vamos resolver. Nós só vamos sair de lá quando a água chegar em todos os lares várzea-grandenses”, afirmou Pivetta.
A declaração faz referência às ações conjuntas entre Estado e município para enfrentar os problemas no abastecimento de água de Várzea Grande. O acordo prevê investimentos de até R$ 60 milhões para ampliar e melhorar o sistema de abastecimento da cidade.
No mesmo evento, denominado “Arrancada da Vitória”, realizado no CPA II, em Cuiabá, Flávia adotou uma posição diferente da manifestada no início da semana, quando havia admitido a possibilidade de deixar o PL após receber convites de outras siglas, incluindo o Republicanos.
Questionada sobre sua permanência na legenda, a prefeita afirmou inicialmente que o assunto ainda era analisado pelo grupo. “Estamos analisando, o grupo está analisando”, respondeu.
Em seguida, ao ser questionada se precisaria ser expulsa para deixar o partido, Flávia confirmou: “É. Não saio do PL. O PL é o meu partido de coração, é o partido da minha ideologia. Sigo no PL até quando o PL me quiser.”
A prefeita também negou que o apoio a Pivetta tenha relação pessoal com Wellington Fagundes. Segundo ela, a decisão está ligada ao suporte recebido do Governo do Estado durante sua gestão em Várzea Grande.
“Não, não é pessoal. Estou sendo coerente com quem está me apoiando massivamente, com recursos efetivos no município, que, no caso, é o governador Pivetta. O ex-governador Mauro Mendes também me apoiou em 2025, enviando recursos para podermos fazer a gestão 2025/2026 em Várzea Grande”, declarou.
A decisão de Flávia de apoiar Pivetta contrariou a orientação do PL, que lançou Wellington Fagundes para a disputa pelo Governo de Mato Grosso. O posicionamento provocou desgaste entre a prefeita e a direção estadual da legenda, que anunciou a preparação de um procedimento interno para analisar a conduta dela e de outros prefeitos que também passaram a apoiar o candidato do Republicanos.
No início de setembro, o presidente estadual do PL, Ananias Filho, afirmou que Flávia e outros gestores seriam submetidos a uma análise interna e teriam direito à defesa antes de uma eventual punição. Posteriormente, o dirigente reduziu o tom em relação à possibilidade de expulsão e disse que o partido ainda avaliaria juridicamente quais medidas poderiam ser adotadas.
Na segunda-feira (21), Flávia havia admitido que poderia trocar de legenda e confirmou ter recebido convites de diferentes partidos, entre eles o Republicanos, sigla de Pivetta.
“Até porque estão vendo o que aconteceu entre eu e o PL. Olha, a gente não descarta [sair do partido]”, declarou na ocasião.
Agora, na reta final da campanha, a prefeita afirma que pretende continuar filiada ao PL, mesmo participando da campanha de Pivetta, que disputa a reeleição contra Wellington Fagundes, candidato lançado pelo próprio partido de Flávia.
Publicado originalmente em infoverus.com.br



