Pivetta diz que quer levar Mato Grosso ao 1º lugar do Brasil na educação
Governador cita avanço do Estado no Ideb, investimentos na rede pública e ampliação do ensino técnico como pilares para melhorar os resultados.
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governador de Mato Grosso e candidato à reeleição, Otaviano Pivetta (Republicanos), afirmou que pretende colocar o Estado entre os primeiros colocados do país nos indicadores de educação pública. A declaração foi dada nesta segunda-feira (24), durante entrevista ao programa Opinião, da TV Pantanal.
Segundo Pivetta, Mato Grosso apresentou evolução no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). Ele afirmou que o Estado saiu da 22ª posição e chegou ao sexto lugar entre os melhores resultados nacionais.
“O Ideb é do MEC, tem critérios confiáveis e um processo minucioso. Saímos da 22ª posição e chegamos à 6ª. Isso mostra que acertamos o caminho”, declarou.
O governador também citou mudanças na estrutura física da rede estadual. De acordo com os números apresentados por ele, mais de 3 mil salas de aula foram construídas ou passaram por reformas nos últimos sete anos e meio.
Outra frente destacada por Pivetta foi a ampliação da formação profissional para estudantes do ensino médio.
Atualmente, segundo o governador, aproximadamente 30 mil alunos têm acesso a cursos de formação técnica. A proposta, de acordo com ele, é fazer com que o jovem termine a educação básica também com uma qualificação que facilite a entrada no mercado de trabalho.
“Nós queremos que nossos jovens saiam do ensino médio com uma profissão, que tenham renda”, afirmou.
A gestão também ampliou, segundo Pivetta, o uso de ferramentas tecnológicas nas escolas.
O governador mencionou ainda iniciativas voltadas aos profissionais e estudantes da rede pública.
De acordo com ele, professores receberam R$ 320 milhões em premiações. Pivetta também citou um programa de intercâmbio que leva estudantes para a Inglaterra e que, segundo ele, está em funcionamento há quatro anos.
Apesar dos resultados apontados, o governador reconheceu que ainda existem problemas a serem enfrentados na educação estadual.
Para Pivetta, a melhoria da rede depende de continuidade e de políticas que ultrapassem períodos de governo.
“Educação é política pública de longo prazo. É planejar, cuidar, acompanhar e persistir”, disse.
Durante a entrevista, o governador também falou sobre a expansão das escolas cívico-militares em Mato Grosso.
Pivetta defendeu o modelo como uma alternativa para trabalhar conceitos como disciplina, hierarquia, civismo e valores dentro do ambiente escolar.
Segundo ele, a mudança para o modelo cívico-militar não ocorre de forma automática. A implantação depende de uma demanda apresentada pela própria comunidade escolar.
Pais, prefeitos e direções das unidades podem manifestar interesse na transformação, que, conforme explicou o governador, ocorre quando a comunidade considera que o formato atende melhor às necessidades daquela escola.
Pivetta afirmou que o avanço no Ideb não encerra os desafios da rede pública e estabeleceu como objetivo levar Mato Grosso à liderança nacional.
“Tem coisa para fazer? Tem. Mas encontramos o rumo certo e vamos ser a número 1 do Brasil. Esse é meu sonho, compromisso e meta”, declarou.
A proposta faz parte do discurso do governador durante o período eleitoral, em que ele busca a continuidade no comando do Estado.
Segundo Pivetta, Mato Grosso apresentou evolução no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). Ele afirmou que o Estado saiu da 22ª posição e chegou ao sexto lugar entre os melhores resultados nacionais.
“O Ideb é do MEC, tem critérios confiáveis e um processo minucioso. Saímos da 22ª posição e chegamos à 6ª. Isso mostra que acertamos o caminho”, declarou.
O governador também citou mudanças na estrutura física da rede estadual. De acordo com os números apresentados por ele, mais de 3 mil salas de aula foram construídas ou passaram por reformas nos últimos sete anos e meio.
Outra frente destacada por Pivetta foi a ampliação da formação profissional para estudantes do ensino médio.
Atualmente, segundo o governador, aproximadamente 30 mil alunos têm acesso a cursos de formação técnica. A proposta, de acordo com ele, é fazer com que o jovem termine a educação básica também com uma qualificação que facilite a entrada no mercado de trabalho.
“Nós queremos que nossos jovens saiam do ensino médio com uma profissão, que tenham renda”, afirmou.
A gestão também ampliou, segundo Pivetta, o uso de ferramentas tecnológicas nas escolas.
O governador mencionou ainda iniciativas voltadas aos profissionais e estudantes da rede pública.
De acordo com ele, professores receberam R$ 320 milhões em premiações. Pivetta também citou um programa de intercâmbio que leva estudantes para a Inglaterra e que, segundo ele, está em funcionamento há quatro anos.
Apesar dos resultados apontados, o governador reconheceu que ainda existem problemas a serem enfrentados na educação estadual.
Para Pivetta, a melhoria da rede depende de continuidade e de políticas que ultrapassem períodos de governo.
“Educação é política pública de longo prazo. É planejar, cuidar, acompanhar e persistir”, disse.
Durante a entrevista, o governador também falou sobre a expansão das escolas cívico-militares em Mato Grosso.
Pivetta defendeu o modelo como uma alternativa para trabalhar conceitos como disciplina, hierarquia, civismo e valores dentro do ambiente escolar.
Segundo ele, a mudança para o modelo cívico-militar não ocorre de forma automática. A implantação depende de uma demanda apresentada pela própria comunidade escolar.
Pais, prefeitos e direções das unidades podem manifestar interesse na transformação, que, conforme explicou o governador, ocorre quando a comunidade considera que o formato atende melhor às necessidades daquela escola.
Pivetta afirmou que o avanço no Ideb não encerra os desafios da rede pública e estabeleceu como objetivo levar Mato Grosso à liderança nacional.
“Tem coisa para fazer? Tem. Mas encontramos o rumo certo e vamos ser a número 1 do Brasil. Esse é meu sonho, compromisso e meta”, declarou.
A proposta faz parte do discurso do governador durante o período eleitoral, em que ele busca a continuidade no comando do Estado.
Publicado originalmente em infoverus.com.br



