Pivetta prevê BRT circulando em Cuiabá e Várzea Grande na virada do ano e diz que segundo trecho começa em 2027
Governador afirma que primeiro trecho deve ser concluído até o fim de 2026; finalização total ficaria apenas para 2028
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O governador Otaviano Pivetta (Republicanos), candidato à reeleição em Mato Grosso, afirmou que o primeiro trecho do BRT (Bus Rapid Transit) em Cuiabá e Várzea Grande deve ser concluído até o fim deste ano, com os ônibus começando a circular “na virada do ano”. A declaração foi dada durante entrevista ao Jornal do Meio-Dia, da TV Vila Real.
Questionado sobre o atraso nas obras consideradas importantes para a mobilidade da região metropolitana, Pivetta disse que o contrato atualmente em vigor estabelece o fim de 2026 como prazo para conclusão do primeiro trecho. Paralelamente, segundo ele, o Estado trabalha na aquisição dos veículos que vão operar no sistema.
“O primeiro trecho, o contrato que nós temos com as empreiteiras é para terminar até o final do ano. Paralelamente a isso, nós estamos adquirindo os veículos”, afirmou.
Ao ser perguntado se os ônibus estariam efetivamente circulando ainda neste ano, o governador respondeu: “Os ônibus rodando na virada do ano”.
Pivetta atribuiu parte do atraso à necessidade de encerramento do contrato com a empresa que anteriormente executava as obras. De acordo com ele, a rescisão e os procedimentos burocráticos decorrentes da mudança provocaram aproximadamente um ano de atraso no cronograma.
“Tivemos um problema com a empresa anterior, que tivemos que rescindir o contrato, perdemos um ano nessa burocracia”, declarou.
Sobre a segunda etapa do sistema, o governador afirmou que as obras devem começar em 2027. A previsão apresentada por ele é de que a execução leve mais um ano.
A intenção, segundo Pivetta, é ampliar posteriormente o sistema de transporte coletivo, com a criação de linhas exclusivas para atender bairros populosos de Cuiabá e melhorar a circulação de passageiros na região metropolitana.
O governador citou o modelo adotado em Goiânia como referência para a expansão do BRT em Mato Grosso. Segundo ele, o sistema da capital goiana é o melhor transporte coletivo do Brasil.
“A gente pode e deve copiar o que é bom para não perder tempo”, afirmou.
O BRT foi escolhido para substituir o projeto do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), que havia sido implantado originalmente como parte das obras previstas para a Copa do Mundo de 2014.
Segundo Pivetta, o Estado conseguiu vender os antigos vagões do VLT e utilizar os recursos obtidos na implantação do novo sistema. A operação, conforme o governador, arrecadou cerca de R$ 925 milhões.
Ainda de acordo com ele, o valor será destinado à execução das obras do BRT e à compra dos veículos que vão operar nas linhas de Cuiabá e Várzea Grande.
Questionado sobre o atraso nas obras consideradas importantes para a mobilidade da região metropolitana, Pivetta disse que o contrato atualmente em vigor estabelece o fim de 2026 como prazo para conclusão do primeiro trecho. Paralelamente, segundo ele, o Estado trabalha na aquisição dos veículos que vão operar no sistema.
“O primeiro trecho, o contrato que nós temos com as empreiteiras é para terminar até o final do ano. Paralelamente a isso, nós estamos adquirindo os veículos”, afirmou.
Ao ser perguntado se os ônibus estariam efetivamente circulando ainda neste ano, o governador respondeu: “Os ônibus rodando na virada do ano”.
Pivetta atribuiu parte do atraso à necessidade de encerramento do contrato com a empresa que anteriormente executava as obras. De acordo com ele, a rescisão e os procedimentos burocráticos decorrentes da mudança provocaram aproximadamente um ano de atraso no cronograma.
“Tivemos um problema com a empresa anterior, que tivemos que rescindir o contrato, perdemos um ano nessa burocracia”, declarou.
Sobre a segunda etapa do sistema, o governador afirmou que as obras devem começar em 2027. A previsão apresentada por ele é de que a execução leve mais um ano.
A intenção, segundo Pivetta, é ampliar posteriormente o sistema de transporte coletivo, com a criação de linhas exclusivas para atender bairros populosos de Cuiabá e melhorar a circulação de passageiros na região metropolitana.
O governador citou o modelo adotado em Goiânia como referência para a expansão do BRT em Mato Grosso. Segundo ele, o sistema da capital goiana é o melhor transporte coletivo do Brasil.
“A gente pode e deve copiar o que é bom para não perder tempo”, afirmou.
O BRT foi escolhido para substituir o projeto do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), que havia sido implantado originalmente como parte das obras previstas para a Copa do Mundo de 2014.
Segundo Pivetta, o Estado conseguiu vender os antigos vagões do VLT e utilizar os recursos obtidos na implantação do novo sistema. A operação, conforme o governador, arrecadou cerca de R$ 925 milhões.
Ainda de acordo com ele, o valor será destinado à execução das obras do BRT e à compra dos veículos que vão operar nas linhas de Cuiabá e Várzea Grande.
Publicado originalmente em infoverus.com.br


