Podemos monta chapa forte e mira eleger até 6 deputados para a Assembleia
Chapa reúne três deputados com mandato, ex-parlamentares, ex-prefeitos e lideranças regionais; partido projeta votação de até 400 mil votos.
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O Podemos quer aproveitar o peso eleitoral de seus principais candidatos para aumentar a bancada na Assembleia Legislativa de Mato Grosso. A legenda entra na eleição com uma composição que reúne deputados em exercício, ex-parlamentares e lideranças municipais, criando uma disputa que será definida pela soma dos votos de todos os candidatos.
A direção partidária considera possível conquistar quatro cadeiras e trabalha para alcançar uma quinta. O presidente do Podemos, Max Russi, projeta um cenário ainda mais favorável, com seis deputados caso a chapa consiga atingir cerca de 400 mil votos.
A força da legenda está concentrada em nomes que já possuem histórico de votação expressiva. Max Russi, Beto Dois a Um e Fabinho Tardin tentam renovar os mandatos e são apontados como os principais responsáveis por puxar o desempenho da sigla.
Na eleição de 2022, os três obtiveram juntos 126.499 votos. Max recebeu 70.328 votos, Beto teve 26.462 e Fabinho alcançou 29.709.
O cenário agora é diferente. Max ocupa a Presidência da Assembleia Legislativa e estima chegar novamente entre os candidatos mais votados. Beto chega à disputa após uma atuação próxima ao governo estadual, enquanto Fabinho busca capitalizar a experiência adquirida durante o primeiro mandato.
A composição não depende apenas dos atuais deputados.
Ulysses Moraes e Professor Allan Kardec, que já passaram pela Assembleia, voltam a disputar uma vaga. Os dois foram eleitos em 2018 com votações próximas dos 19 mil votos.
Mauro Savi também tenta retornar ao Legislativo. O ex-deputado tem uma trajetória de mais de um mandato e chegou a liderar a votação para a Assembleia em 2014, quando recebeu 55.233 votos.
Depois de obter 11.683 votos em 2018, Savi ficou fora da Assembleia e agora tenta recuperar a influência política construída principalmente no norte do Estado.
Outro nome que chama atenção é Alessandra Ferreira, que entra na disputa com apoio político construído em Rondonópolis. Ela é esposa do prefeito Cláudio Ferreira, que teve 26.234 votos para deputado estadual em 2022 antes de assumir o comando do município.
A candidatura busca transformar essa rede política em votação para a Assembleia.
Além dos nomes mais conhecidos, o Podemos colocou na disputa candidatos com atuação municipal. A lista inclui ex-prefeitos como Meraldo Sá, Janailza Taveira, Adelcino Lopo, Celso Banazeski e Rafael Machado, além de vereadores e outras lideranças.
Esse grupo pode ter influência direta no resultado final porque a eleição proporcional depende da votação acumulada pela legenda.
Em vez de apenas disputar quem será o candidato mais votado do partido, os concorrentes precisam produzir votos suficientes para elevar a votação total da chapa. Quanto maior esse número, maiores são as possibilidades de conquistar cadeiras na distribuição das vagas.
A projeção utilizada pelo Podemos considera uma votação na faixa de 300 mil votos como suficiente para colocar a legenda na briga por quatro cadeiras. Para avançar sobre a quinta, seria necessário elevar esse desempenho.
A meta de 400 mil votos, defendida por Max Russi, abriria espaço para uma disputa mais consistente pela sexta vaga.
A estimativa trabalhada pelo partido considera um quociente eleitoral próximo de 77 mil votos.
De forma simplificada, esse cálculo indica quantos votos uma legenda precisa acumular para conquistar uma cadeira na primeira etapa da distribuição. Depois disso, as vagas restantes são definidas pela regra das sobras, que considera as médias obtidas pelos partidos ou federações.
Por isso, não basta observar a votação individual de Max, Beto ou qualquer outro candidato. Um nome pode ter uma votação expressiva e, ainda assim, o tamanho da bancada depender do desempenho dos demais integrantes da chapa.
É justamente nesse ponto que o Podemos aposta nos candidatos espalhados por diferentes regiões.
Se a chapa ficar próxima dos 300 mil votos, a tendência projetada pelo partido é de uma bancada em torno de quatro deputados, dependendo da distribuição das sobras.
Um desempenho na faixa de 360 mil votos aumentaria a possibilidade de conquistar uma quinta cadeira.
Já os 400 mil votos buscados pela direção colocariam a legenda em condições de tentar seis vagas, embora esse cenário também dependa do desempenho dos concorrentes.
A eleição, portanto, terá uma disputa dupla para o Podemos: garantir a permanência dos deputados que já possuem mandato e transformar a votação dos demais candidatos em novas cadeiras.
Com 25 nomes concorrendo pela legenda, o resultado final dependerá menos de um único puxador de votos e mais da capacidade da chapa de somar votos em diferentes municípios de Mato Grosso.
A direção partidária considera possível conquistar quatro cadeiras e trabalha para alcançar uma quinta. O presidente do Podemos, Max Russi, projeta um cenário ainda mais favorável, com seis deputados caso a chapa consiga atingir cerca de 400 mil votos.
A força da legenda está concentrada em nomes que já possuem histórico de votação expressiva. Max Russi, Beto Dois a Um e Fabinho Tardin tentam renovar os mandatos e são apontados como os principais responsáveis por puxar o desempenho da sigla.
Na eleição de 2022, os três obtiveram juntos 126.499 votos. Max recebeu 70.328 votos, Beto teve 26.462 e Fabinho alcançou 29.709.
O cenário agora é diferente. Max ocupa a Presidência da Assembleia Legislativa e estima chegar novamente entre os candidatos mais votados. Beto chega à disputa após uma atuação próxima ao governo estadual, enquanto Fabinho busca capitalizar a experiência adquirida durante o primeiro mandato.
A composição não depende apenas dos atuais deputados.
Ulysses Moraes e Professor Allan Kardec, que já passaram pela Assembleia, voltam a disputar uma vaga. Os dois foram eleitos em 2018 com votações próximas dos 19 mil votos.
Mauro Savi também tenta retornar ao Legislativo. O ex-deputado tem uma trajetória de mais de um mandato e chegou a liderar a votação para a Assembleia em 2014, quando recebeu 55.233 votos.
Depois de obter 11.683 votos em 2018, Savi ficou fora da Assembleia e agora tenta recuperar a influência política construída principalmente no norte do Estado.
Outro nome que chama atenção é Alessandra Ferreira, que entra na disputa com apoio político construído em Rondonópolis. Ela é esposa do prefeito Cláudio Ferreira, que teve 26.234 votos para deputado estadual em 2022 antes de assumir o comando do município.
A candidatura busca transformar essa rede política em votação para a Assembleia.
Além dos nomes mais conhecidos, o Podemos colocou na disputa candidatos com atuação municipal. A lista inclui ex-prefeitos como Meraldo Sá, Janailza Taveira, Adelcino Lopo, Celso Banazeski e Rafael Machado, além de vereadores e outras lideranças.
Esse grupo pode ter influência direta no resultado final porque a eleição proporcional depende da votação acumulada pela legenda.
Em vez de apenas disputar quem será o candidato mais votado do partido, os concorrentes precisam produzir votos suficientes para elevar a votação total da chapa. Quanto maior esse número, maiores são as possibilidades de conquistar cadeiras na distribuição das vagas.
A projeção utilizada pelo Podemos considera uma votação na faixa de 300 mil votos como suficiente para colocar a legenda na briga por quatro cadeiras. Para avançar sobre a quinta, seria necessário elevar esse desempenho.
A meta de 400 mil votos, defendida por Max Russi, abriria espaço para uma disputa mais consistente pela sexta vaga.
A estimativa trabalhada pelo partido considera um quociente eleitoral próximo de 77 mil votos.
De forma simplificada, esse cálculo indica quantos votos uma legenda precisa acumular para conquistar uma cadeira na primeira etapa da distribuição. Depois disso, as vagas restantes são definidas pela regra das sobras, que considera as médias obtidas pelos partidos ou federações.
Por isso, não basta observar a votação individual de Max, Beto ou qualquer outro candidato. Um nome pode ter uma votação expressiva e, ainda assim, o tamanho da bancada depender do desempenho dos demais integrantes da chapa.
É justamente nesse ponto que o Podemos aposta nos candidatos espalhados por diferentes regiões.
Se a chapa ficar próxima dos 300 mil votos, a tendência projetada pelo partido é de uma bancada em torno de quatro deputados, dependendo da distribuição das sobras.
Um desempenho na faixa de 360 mil votos aumentaria a possibilidade de conquistar uma quinta cadeira.
Já os 400 mil votos buscados pela direção colocariam a legenda em condições de tentar seis vagas, embora esse cenário também dependa do desempenho dos concorrentes.
A eleição, portanto, terá uma disputa dupla para o Podemos: garantir a permanência dos deputados que já possuem mandato e transformar a votação dos demais candidatos em novas cadeiras.
Com 25 nomes concorrendo pela legenda, o resultado final dependerá menos de um único puxador de votos e mais da capacidade da chapa de somar votos em diferentes municípios de Mato Grosso.
Publicado originalmente em infoverus.com.br



