Psicologia complementa atendimento de alta complexidade no Hospital Central
Equipe com oito profissionais atua em casos de transtornos psíquicos, recuperação pós-operatória e apoio a familiares
3 min de leitura

O Hospital Central de Alta Complexidade de Mato Grosso conta com uma equipe de oito psicólogos para atender pacientes e familiares durante o período de internação e também após a alta. A unidade pública, administrada pelo Einstein Hospital Israelita, atende pessoas que precisam de cuidados especializados e passou a oferecer o acompanhamento psicológico desde o início das atividades, em janeiro.
A necessidade de atendimento costuma ser identificada pelo médico responsável pelo paciente. A partir disso, o psicólogo acompanha o caso e atua para reduzir os impactos emocionais relacionados ao tratamento, incluindo os períodos anterior e posterior a cirurgias.
"O psicólogo vai até o paciente com a missão de acolhê-lo e contribuir para que sua jornada de cuidado seja mais leve e confortável. Essa troca pode minimizar não só os efeitos físicos do procedimento, mas também os emocionais, tanto no momento pré como no pós-operatório”, explica o responsável técnico pelo setor, o psicólogo Pedro Mathias.
Desde janeiro, a equipe encontrou diferentes situações relacionadas à saúde mental entre pacientes internados por problemas físicos. Entre os casos identificados estão abstinência pelo uso de substâncias psicotrópicas, transtorno bipolar, transtorno do espectro autista (TEA) e transtorno de déficit de atenção com hiperatividade (TDAH).
“A função da psicologia hospitalar nesses casos é ajudar a equipe médica e multiprofissional que assiste o paciente a tornar o tratamento mais assertivo, levando em consideração os quadros psíquicos”, observou Mathias.
O acompanhamento também considera as mudanças físicas provocadas por cirurgias, que podem gerar impactos emocionais nos pacientes. O atendimento psicológico pode contribuir para a adesão aos encaminhamentos indicados para o período pós-operatório.
A equipe também atua diante de mortes de pacientes, auxiliando na comunicação com familiares. Outra forma de contato é a visita síncrona, feita por videochamada entre pacientes e familiares que, por diferentes motivos, não podem acessar o hospital.
Para a diretora do Hospital Central, Alessandra Bokor, o acompanhamento psicológico é especialmente necessário em uma unidade que recebe pacientes com condições graves.
“A psicologia em uma unidade de alta complexidade é fundamental, considerando que o hospital trata pacientes com condições críticas, que comprometem sua qualidade de vida e, muitas vezes, sua saúde mental. Dessa forma, os profissionais da área tornam a jornada hospitalar, mesmo ainda antes da internação, o menos impactante possível. São de extrema relevância para o nosso cuidado”, salienta.
Quando necessário, os pacientes também podem receber suporte psiquiátrico por telemedicina, com profissionais do Einstein.
O Hospital Central atende exclusivamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em Mato Grosso. Os pacientes chegam à unidade por meio de encaminhamento da Central Estadual de Regulação. O hospital está em plena operação, com 287 leitos e 12 especialidades cirúrgicas.
O Einstein Hospital Israelita, responsável pela administração da unidade, aparece na 16ª posição entre os melhores hospitais do mundo e em primeiro lugar na América Latina no ranking The World’s Best Hospitals 2026, elaborado pela revista Newsweek em parceria com a empresa de dados Statista Inc.
Com sede em São Paulo, o Einstein foi fundado em 1955 e atua nas áreas de assistência, pesquisa, inovação e ensino. A organização também trabalha no Sistema Único de Saúde há 25 anos por meio da gestão de unidades públicas, incluindo hospitais, unidades de atenção primária, Centros de Atenção Psicossocial, Serviços de Residência Terapêutica, unidades de atenção ambulatorial especializada e serviços de urgência e emergência.
A instituição também participa de projetos por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS).
A necessidade de atendimento costuma ser identificada pelo médico responsável pelo paciente. A partir disso, o psicólogo acompanha o caso e atua para reduzir os impactos emocionais relacionados ao tratamento, incluindo os períodos anterior e posterior a cirurgias.
"O psicólogo vai até o paciente com a missão de acolhê-lo e contribuir para que sua jornada de cuidado seja mais leve e confortável. Essa troca pode minimizar não só os efeitos físicos do procedimento, mas também os emocionais, tanto no momento pré como no pós-operatório”, explica o responsável técnico pelo setor, o psicólogo Pedro Mathias.
Desde janeiro, a equipe encontrou diferentes situações relacionadas à saúde mental entre pacientes internados por problemas físicos. Entre os casos identificados estão abstinência pelo uso de substâncias psicotrópicas, transtorno bipolar, transtorno do espectro autista (TEA) e transtorno de déficit de atenção com hiperatividade (TDAH).
“A função da psicologia hospitalar nesses casos é ajudar a equipe médica e multiprofissional que assiste o paciente a tornar o tratamento mais assertivo, levando em consideração os quadros psíquicos”, observou Mathias.
O acompanhamento também considera as mudanças físicas provocadas por cirurgias, que podem gerar impactos emocionais nos pacientes. O atendimento psicológico pode contribuir para a adesão aos encaminhamentos indicados para o período pós-operatório.
A equipe também atua diante de mortes de pacientes, auxiliando na comunicação com familiares. Outra forma de contato é a visita síncrona, feita por videochamada entre pacientes e familiares que, por diferentes motivos, não podem acessar o hospital.
Para a diretora do Hospital Central, Alessandra Bokor, o acompanhamento psicológico é especialmente necessário em uma unidade que recebe pacientes com condições graves.
“A psicologia em uma unidade de alta complexidade é fundamental, considerando que o hospital trata pacientes com condições críticas, que comprometem sua qualidade de vida e, muitas vezes, sua saúde mental. Dessa forma, os profissionais da área tornam a jornada hospitalar, mesmo ainda antes da internação, o menos impactante possível. São de extrema relevância para o nosso cuidado”, salienta.
Quando necessário, os pacientes também podem receber suporte psiquiátrico por telemedicina, com profissionais do Einstein.
O Hospital Central atende exclusivamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em Mato Grosso. Os pacientes chegam à unidade por meio de encaminhamento da Central Estadual de Regulação. O hospital está em plena operação, com 287 leitos e 12 especialidades cirúrgicas.
O Einstein Hospital Israelita, responsável pela administração da unidade, aparece na 16ª posição entre os melhores hospitais do mundo e em primeiro lugar na América Latina no ranking The World’s Best Hospitals 2026, elaborado pela revista Newsweek em parceria com a empresa de dados Statista Inc.
Com sede em São Paulo, o Einstein foi fundado em 1955 e atua nas áreas de assistência, pesquisa, inovação e ensino. A organização também trabalha no Sistema Único de Saúde há 25 anos por meio da gestão de unidades públicas, incluindo hospitais, unidades de atenção primária, Centros de Atenção Psicossocial, Serviços de Residência Terapêutica, unidades de atenção ambulatorial especializada e serviços de urgência e emergência.
A instituição também participa de projetos por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS).
Publicado originalmente em infoverus.com.br
