Quem será o vice de Pivetta? Governador mantém indefinição sobre vaga e aguarda alianças para fechar chapa ao Governo
Governador admite preferência por uma mulher na composição e nomes de diferentes partidos seguem sendo cogitados nos bastidores
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O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) ainda não definiu quem ocupará a vaga de vice em sua chapa à reeleição nas eleições de 2026. A escolha, no entanto, depende da formação das alianças partidárias que darão sustentação ao projeto governista e poderá servir para atrair ou acomodar siglas que ainda mantêm pré-candidaturas próprias ao Palácio Paiaguás.
Nos bastidores, a vaga é considerada estratégica por abrir espaço para uma composição com partidos como PL e União Brasil, que têm nomes colocados na disputa pelo Governo, além de fortalecer uma eventual aproximação com MDB e Podemos.
Pivetta já declarou publicamente que prefere ter uma mulher como companheira de chapa. Entre os nomes que circulam nas articulações políticas estão Samantha Iris (PL), Fábio Garcia (União Brasil), Gisela Simona (União Brasil), Janaina Riva (MDB), Michele Campos (União Brasil), Margareth Buzetti (PP) e Kalynka Meirelles (Podemos). Reportagem do MídiaJur também apontou Margareth Buzetti e Gisela Simona entre as possíveis indicadas.
Apesar das especulações, a definição depende do cenário político, que ainda está em aberto. No PL, o presidente estadual da legenda, Ananias Filho, afirma que o senador Wellington Fagundes será candidato ao Governo. Já no União Brasil, o senador Jayme Campos sustenta que possui maioria entre os convencionais e o aval da direção nacional da federação União Progressista para disputar o comando do Estado.
O impasse evidencia a divisão interna do União Brasil entre o grupo liderado por Jayme Campos e a ala ligada ao ex-governador Mauro Mendes, que trabalha por uma composição em torno de Pivetta.
Samantha Iris
A vereadora e primeira-dama de Cuiabá, Samantha Iris (PL), foi um dos primeiros nomes cogitados quando surgiu a possibilidade de uma aliança entre Republicanos e PL. A composição dependeria da desistência da pré-candidatura de Wellington Fagundes ao Governo.
Caso fosse escolhida, Samantha fortaleceria a aproximação entre Pivetta e o prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), além de representar um perfil conservador, evangélico e com forte ligação à Capital, principal colégio eleitoral de Mato Grosso.
Fábio Garcia
O deputado federal Fábio Garcia (União Brasil) também aparece entre os nomes ventilados. Integrante de uma tradicional família cuiabana, com trajetória na iniciativa privada e passagem pela Casa Civil, ele é considerado um aliado próximo do grupo político de Mauro Mendes.
Sua eventual indicação reforçaria a ligação da chapa com a Baixada Cuiabana e com a base política responsável pela condução da atual gestão estadual.
Gisela Simona
Outro nome lembrado é o da deputada federal Gisela Simona (União Brasil). Ex-superintendente do Procon de Cuiabá, ela construiu sua trajetória na defesa do consumidor e tem atuação voltada às pautas das mulheres.
Além da ligação com a Baixada Cuiabana, Gisela possui base familiar em municípios da região e também mantém interlocução com o eleitorado negro.
Janaina Riva
Embora seja apontada como uma das principais pré-candidatas ao Senado, a deputada estadual Janaina Riva (MDB) também passou a ser mencionada como possível vice de Pivetta.
Nos bastidores, a articulação é atribuída a empresários do agronegócio, entre eles Eraí Maggi Scheffer e Blairo Maggi. Reportagem do Olhar Direto mostrou que Eraí liderou conversas para tentar incluir Janaina em uma eventual chapa encabeçada por Pivetta.
A composição reduziria a disputa pelas vagas ao Senado entre Mauro Mendes e Carlos Fávaro, aproximaria o MDB da base governista e ampliaria o capital político da candidatura ao Governo. Em março, porém, Pivetta negou qualquer negociação com a deputada e classificou as informações como especulação.
Michele Campos
A empresária Michele Campos (União Brasil), filha do senador Jayme Campos, também é apontada como alternativa caso haja entendimento entre Pivetta e o grupo político da família Campos.
Sua presença na chapa fortaleceria a ligação com Várzea Grande e agregaria o peso político de uma das famílias mais tradicionais do município. O principal entrave, entretanto, é a manutenção da pré-candidatura de Jayme Campos ao Governo.
Margareth Buzetti
Nos últimos meses, a senadora Margareth Buzetti (PP) ganhou força entre os nomes cotados. Empresária com atuação ligada ao Distrito Industrial de Cuiabá, ela é considerada uma aliada do grupo governista.
Margareth também tem atuação legislativa voltada ao combate à violência contra a mulher, sendo autora de um conjunto de leis sobre o tema. Como integra o Progressistas, partido federado ao União Brasil, uma eventual indicação também depende das definições da federação União Progressista.
Kalynka Meirelles
A vereadora Kalynka Meirelles (Podemos), de Rondonópolis, completa a lista de nomes analisados nos bastidores. Ela conhece Pivetta desde a época em que atuava como jornalista em Lucas do Rio Verde.
Entre os fatores considerados favoráveis estão sua representatividade em Rondonópolis, um dos maiores colégios eleitorais do Estado, a ligação com o presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi, principal liderança do Podemos em Mato Grosso, e a possibilidade de ampliar o diálogo com setores do eleitorado bolsonarista.
O Podemos é visto como uma das siglas mais disputadas para as eleições de 2026 e, até o momento, ainda não definiu qual candidatura ao Governo apoiará.
Nos bastidores, a vaga é considerada estratégica por abrir espaço para uma composição com partidos como PL e União Brasil, que têm nomes colocados na disputa pelo Governo, além de fortalecer uma eventual aproximação com MDB e Podemos.
Pivetta já declarou publicamente que prefere ter uma mulher como companheira de chapa. Entre os nomes que circulam nas articulações políticas estão Samantha Iris (PL), Fábio Garcia (União Brasil), Gisela Simona (União Brasil), Janaina Riva (MDB), Michele Campos (União Brasil), Margareth Buzetti (PP) e Kalynka Meirelles (Podemos). Reportagem do MídiaJur também apontou Margareth Buzetti e Gisela Simona entre as possíveis indicadas.
Apesar das especulações, a definição depende do cenário político, que ainda está em aberto. No PL, o presidente estadual da legenda, Ananias Filho, afirma que o senador Wellington Fagundes será candidato ao Governo. Já no União Brasil, o senador Jayme Campos sustenta que possui maioria entre os convencionais e o aval da direção nacional da federação União Progressista para disputar o comando do Estado.
O impasse evidencia a divisão interna do União Brasil entre o grupo liderado por Jayme Campos e a ala ligada ao ex-governador Mauro Mendes, que trabalha por uma composição em torno de Pivetta.
Samantha Iris
A vereadora e primeira-dama de Cuiabá, Samantha Iris (PL), foi um dos primeiros nomes cogitados quando surgiu a possibilidade de uma aliança entre Republicanos e PL. A composição dependeria da desistência da pré-candidatura de Wellington Fagundes ao Governo.
Caso fosse escolhida, Samantha fortaleceria a aproximação entre Pivetta e o prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), além de representar um perfil conservador, evangélico e com forte ligação à Capital, principal colégio eleitoral de Mato Grosso.
Fábio Garcia
O deputado federal Fábio Garcia (União Brasil) também aparece entre os nomes ventilados. Integrante de uma tradicional família cuiabana, com trajetória na iniciativa privada e passagem pela Casa Civil, ele é considerado um aliado próximo do grupo político de Mauro Mendes.
Sua eventual indicação reforçaria a ligação da chapa com a Baixada Cuiabana e com a base política responsável pela condução da atual gestão estadual.
Gisela Simona
Outro nome lembrado é o da deputada federal Gisela Simona (União Brasil). Ex-superintendente do Procon de Cuiabá, ela construiu sua trajetória na defesa do consumidor e tem atuação voltada às pautas das mulheres.
Além da ligação com a Baixada Cuiabana, Gisela possui base familiar em municípios da região e também mantém interlocução com o eleitorado negro.
Janaina Riva
Embora seja apontada como uma das principais pré-candidatas ao Senado, a deputada estadual Janaina Riva (MDB) também passou a ser mencionada como possível vice de Pivetta.
Nos bastidores, a articulação é atribuída a empresários do agronegócio, entre eles Eraí Maggi Scheffer e Blairo Maggi. Reportagem do Olhar Direto mostrou que Eraí liderou conversas para tentar incluir Janaina em uma eventual chapa encabeçada por Pivetta.
A composição reduziria a disputa pelas vagas ao Senado entre Mauro Mendes e Carlos Fávaro, aproximaria o MDB da base governista e ampliaria o capital político da candidatura ao Governo. Em março, porém, Pivetta negou qualquer negociação com a deputada e classificou as informações como especulação.
Michele Campos
A empresária Michele Campos (União Brasil), filha do senador Jayme Campos, também é apontada como alternativa caso haja entendimento entre Pivetta e o grupo político da família Campos.
Sua presença na chapa fortaleceria a ligação com Várzea Grande e agregaria o peso político de uma das famílias mais tradicionais do município. O principal entrave, entretanto, é a manutenção da pré-candidatura de Jayme Campos ao Governo.
Margareth Buzetti
Nos últimos meses, a senadora Margareth Buzetti (PP) ganhou força entre os nomes cotados. Empresária com atuação ligada ao Distrito Industrial de Cuiabá, ela é considerada uma aliada do grupo governista.
Margareth também tem atuação legislativa voltada ao combate à violência contra a mulher, sendo autora de um conjunto de leis sobre o tema. Como integra o Progressistas, partido federado ao União Brasil, uma eventual indicação também depende das definições da federação União Progressista.
Kalynka Meirelles
A vereadora Kalynka Meirelles (Podemos), de Rondonópolis, completa a lista de nomes analisados nos bastidores. Ela conhece Pivetta desde a época em que atuava como jornalista em Lucas do Rio Verde.
Entre os fatores considerados favoráveis estão sua representatividade em Rondonópolis, um dos maiores colégios eleitorais do Estado, a ligação com o presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi, principal liderança do Podemos em Mato Grosso, e a possibilidade de ampliar o diálogo com setores do eleitorado bolsonarista.
O Podemos é visto como uma das siglas mais disputadas para as eleições de 2026 e, até o momento, ainda não definiu qual candidatura ao Governo apoiará.
Publicado originalmente em infoverus.com.br



