TRE apura denúncia de uso da Educação em favor do candidato Alan Porto e proíbe uso de DRE
Alan Porto é ex-secretário da Educação e a denúncia surgiu na DRE de Cáceres
Por Folhamax2 min de leitura

O juiz auxiliar da Propaganda do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), Flávio Fraga e Silva, determinou a interrupção de qualquer uso de canais oficiais, prédios públicos ou servidores da Diretoria Regional de Educação (DRE) de Cáceres para obtenção de apoio político ao candidato a deputado estadual Alan Resende Porto (Republicanos).
A decisão, divulgada na sexta-feira (18), atende a uma representação do Ministério Público Eleitoral (MPE). Segundo a acusação, a ex-diretora da DRE de Cáceres, Soeli Aparecida Rossi, teria orientado servidores subordinados a elaborar listas com nomes, telefones e outros dados de possíveis apoiadores de Alan Porto, dentro de uma articulação denominada “Projeto 2026”. Outra reportagem sobre o caso também reproduz a alegação do MPE de que haveria cotas de 10 a 20 nomes por coordenador em um grupo institucional de WhatsApp.
O magistrado concedeu tutela de urgência e proibiu Alan Porto, Soeli Rossi e a atual direção da DRE de utilizarem a estrutura administrativa para coletar dados eleitorais ou buscar manifestações de apoio ao candidato. Em caso de descumprimento, foi fixada multa de R$ 5 mil por dia, com possibilidade de aplicação individual conforme a responsabilidade apurada.
Na decisão, o juiz ressaltou que a análise é preliminar e que a autenticidade das provas, a participação de cada envolvido e o mérito das acusações ainda serão examinados durante o processo, após a apresentação das defesas.
O caso ganhou repercussão também após imagens mostrarem caixas com material identificado com a campanha de Alan Porto em um imóvel apontado pelos denunciantes como ligado à DRE. O candidato negou a acusação e afirmou que o local mostrado nas imagens seria uma residência particular, e não uma dependência pública. Essa denúncia já havia sido noticiada em Cáceres antes da decisão judicial.
Alan Porto é candidato a deputado estadual pelo Republicanos nas eleições de 2026 e teve o registro de candidatura deferido pela Justiça Eleitoral.
A representação ainda menciona possíveis retaliações contra servidoras que teriam denunciado as práticas. Esse ponto, assim como as demais acusações, permanece sob apuração.
A decisão, divulgada na sexta-feira (18), atende a uma representação do Ministério Público Eleitoral (MPE). Segundo a acusação, a ex-diretora da DRE de Cáceres, Soeli Aparecida Rossi, teria orientado servidores subordinados a elaborar listas com nomes, telefones e outros dados de possíveis apoiadores de Alan Porto, dentro de uma articulação denominada “Projeto 2026”. Outra reportagem sobre o caso também reproduz a alegação do MPE de que haveria cotas de 10 a 20 nomes por coordenador em um grupo institucional de WhatsApp.
O magistrado concedeu tutela de urgência e proibiu Alan Porto, Soeli Rossi e a atual direção da DRE de utilizarem a estrutura administrativa para coletar dados eleitorais ou buscar manifestações de apoio ao candidato. Em caso de descumprimento, foi fixada multa de R$ 5 mil por dia, com possibilidade de aplicação individual conforme a responsabilidade apurada.
Na decisão, o juiz ressaltou que a análise é preliminar e que a autenticidade das provas, a participação de cada envolvido e o mérito das acusações ainda serão examinados durante o processo, após a apresentação das defesas.
O caso ganhou repercussão também após imagens mostrarem caixas com material identificado com a campanha de Alan Porto em um imóvel apontado pelos denunciantes como ligado à DRE. O candidato negou a acusação e afirmou que o local mostrado nas imagens seria uma residência particular, e não uma dependência pública. Essa denúncia já havia sido noticiada em Cáceres antes da decisão judicial.
Alan Porto é candidato a deputado estadual pelo Republicanos nas eleições de 2026 e teve o registro de candidatura deferido pela Justiça Eleitoral.
A representação ainda menciona possíveis retaliações contra servidoras que teriam denunciado as práticas. Esse ponto, assim como as demais acusações, permanece sob apuração.
Publicado originalmente em araguaianoticia.com.br



