VÍDEOS: “Bonequinha” e “Fred Mercury da Shopee”: candidatos trocam ofensas e acabam na delegacia
Vereador Dr. Marcos Vinicius registrou B.O. contra Sargento Casarin após sequência de acusações nas redes sociais; adversário diz que também prepara documentos
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Uma troca de acusações e ofensas entre dois candidatos a deputado estadual por Sinop terminou em boletim de ocorrência e ameaça de disputa judicial. O vereador Dr. Marcos Vinicius (PSDB) registrou um B.O. contra o também candidato Sargento Casarin (Podemos), após os dois publicarem vídeos nas redes sociais com críticas, acusações e ataques pessoais.
Ao deixar a delegacia, Marcos publicou vídeos nos stories e afirmou que pretende recorrer à Justiça contra declarações feitas pelo adversário, que classificou como caluniosas, difamatórias e injuriosas.
“Acusar sem documento e sem prova é crime”, declarou.
Polêmica começou após críticas à atuação policial
A discussão teve início depois que Marcos publicou um vídeo questionando a atuação de Casarin como policial militar. No conteúdo, o vereador chamou o adversário de “sargento TikToker” e afirmou que ele seria um “defensor das mulheres” nas redes sociais, mas um “covarde omisso” fora delas.
“Por trás das telas é um leão, mas na minha frente gaguejou igual a um gatinho”, afirmou.
Marcos também relatou uma situação envolvendo uma denúncia que, segundo ele, teria apresentado anteriormente a Casarin. O vereador afirmou ter procurado o policial para denunciar um servidor da Prefeitura de Sinop que estaria divulgando imagens íntimas de mulheres, incluindo uma adolescente de 15 anos.
Segundo Marcos, ele teria levado provas a Casarin, mas ouvido do policial que a denúncia “não daria em nada”. O vereador afirmou que decidiu levar o caso adiante por conta própria e que, posteriormente, a adolescente teria conseguido uma medida protetiva.
As afirmações foram feitas por Marcos durante o vídeo e não foram apresentadas, no material divulgado, como resultado de decisão judicial ou investigação concluída.
Vereador também faz outras acusações
No mesmo conteúdo, Marcos fez outras acusações contra Casarin. Afirmou que o policial teria sido flagrado sem capacete e realizando uma manobra perigosa enquanto estava fardado.
O vereador também questionou a proximidade entre um sócio de Casarin e o atual prefeito de Sinop, Roberto Dorner (PL).
Casarin respondeu por meio das redes sociais e, além de rebater as acusações, passou a atacar pessoalmente o vereador.
Entre os termos utilizados pelo candidato estão “bunda rachada”, “pincherzinho”, “vagabundo”, “doutorzinho”, “defensor de vagabundo”, “chuchuzão” e “cu de cachorro”.
Casarin diz ter 15 anos na segurança pública
Na resposta, o sargento afirmou ter 15 anos de atuação na área de segurança pública e acusou Marcos de defender um criminoso.
Ao citar um caso de violência ocorrido em Sinop, Casarin afirmou que, enquanto ele e outros policiais procuravam um suspeito, o vereador estaria “defendendo o covarde”.
O candidato também criticou o desempenho de Marcos na Câmara Municipal. Entre os ataques, afirmou que o vereador não conseguiu implementar um castramóvel durante os dois anos de mandato.
Casarin ainda mencionou um integrante do partido de Marcos que, segundo ele, teria sido alvo de busca e apreensão e de investigação relacionada a supostos desvios financeiros.
Após B.O., ataques continuam
Depois de registrar o boletim de ocorrência, Marcos voltou às redes sociais para responder ao adversário. Em um dos vídeos, chamou Casarin de “Fred Mercury da Shopee” e afirmou estar esperando que ele apresente provas para sustentar as acusações feitas contra sua pessoa.
“Quem alega, quem calunia, quem difama, tem que provar”, disse.
Casarin também comentou o registro do boletim e afirmou que recebeu denúncias contra Marcos até as 3h da manhã. Segundo ele, documentos estão sendo reunidos para apresentação, embora parte do material permaneça sob sigilo.
Ao ironizar a iniciativa do adversário, Casarin publicou:
“A bonequinha fez o quê? Fez um B.O.”
Na sequência, afirmou que não se intimidaria com o registro e que pretende levar adiante as acusações feitas contra o vereador.
Até o momento, o episódio permanece marcado pelas acusações cruzadas entre os dois candidatos, enquanto Marcos afirma que buscará responsabilização judicial pelas declarações de Casarin e o sargento diz estar reunindo documentos para sustentar o que afirmou.
Ao deixar a delegacia, Marcos publicou vídeos nos stories e afirmou que pretende recorrer à Justiça contra declarações feitas pelo adversário, que classificou como caluniosas, difamatórias e injuriosas.
“Acusar sem documento e sem prova é crime”, declarou.
Polêmica começou após críticas à atuação policial
A discussão teve início depois que Marcos publicou um vídeo questionando a atuação de Casarin como policial militar. No conteúdo, o vereador chamou o adversário de “sargento TikToker” e afirmou que ele seria um “defensor das mulheres” nas redes sociais, mas um “covarde omisso” fora delas.
“Por trás das telas é um leão, mas na minha frente gaguejou igual a um gatinho”, afirmou.
Marcos também relatou uma situação envolvendo uma denúncia que, segundo ele, teria apresentado anteriormente a Casarin. O vereador afirmou ter procurado o policial para denunciar um servidor da Prefeitura de Sinop que estaria divulgando imagens íntimas de mulheres, incluindo uma adolescente de 15 anos.
Segundo Marcos, ele teria levado provas a Casarin, mas ouvido do policial que a denúncia “não daria em nada”. O vereador afirmou que decidiu levar o caso adiante por conta própria e que, posteriormente, a adolescente teria conseguido uma medida protetiva.
As afirmações foram feitas por Marcos durante o vídeo e não foram apresentadas, no material divulgado, como resultado de decisão judicial ou investigação concluída.
Vereador também faz outras acusações
No mesmo conteúdo, Marcos fez outras acusações contra Casarin. Afirmou que o policial teria sido flagrado sem capacete e realizando uma manobra perigosa enquanto estava fardado.
O vereador também questionou a proximidade entre um sócio de Casarin e o atual prefeito de Sinop, Roberto Dorner (PL).
Casarin respondeu por meio das redes sociais e, além de rebater as acusações, passou a atacar pessoalmente o vereador.
Entre os termos utilizados pelo candidato estão “bunda rachada”, “pincherzinho”, “vagabundo”, “doutorzinho”, “defensor de vagabundo”, “chuchuzão” e “cu de cachorro”.
Casarin diz ter 15 anos na segurança pública
Na resposta, o sargento afirmou ter 15 anos de atuação na área de segurança pública e acusou Marcos de defender um criminoso.
Ao citar um caso de violência ocorrido em Sinop, Casarin afirmou que, enquanto ele e outros policiais procuravam um suspeito, o vereador estaria “defendendo o covarde”.
O candidato também criticou o desempenho de Marcos na Câmara Municipal. Entre os ataques, afirmou que o vereador não conseguiu implementar um castramóvel durante os dois anos de mandato.
Casarin ainda mencionou um integrante do partido de Marcos que, segundo ele, teria sido alvo de busca e apreensão e de investigação relacionada a supostos desvios financeiros.
Após B.O., ataques continuam
Depois de registrar o boletim de ocorrência, Marcos voltou às redes sociais para responder ao adversário. Em um dos vídeos, chamou Casarin de “Fred Mercury da Shopee” e afirmou estar esperando que ele apresente provas para sustentar as acusações feitas contra sua pessoa.
“Quem alega, quem calunia, quem difama, tem que provar”, disse.
Casarin também comentou o registro do boletim e afirmou que recebeu denúncias contra Marcos até as 3h da manhã. Segundo ele, documentos estão sendo reunidos para apresentação, embora parte do material permaneça sob sigilo.
Ao ironizar a iniciativa do adversário, Casarin publicou:
“A bonequinha fez o quê? Fez um B.O.”
Na sequência, afirmou que não se intimidaria com o registro e que pretende levar adiante as acusações feitas contra o vereador.
Até o momento, o episódio permanece marcado pelas acusações cruzadas entre os dois candidatos, enquanto Marcos afirma que buscará responsabilização judicial pelas declarações de Casarin e o sargento diz estar reunindo documentos para sustentar o que afirmou.
Publicado originalmente em infoverus.com.br



