Além de ex-governador, 2 desembargadores do TJMT são alvos de PF por “negócio” de R$ 308 milhões com a OI
Ex-governador e candidato ao Senado teve mansão alvo de busca, passaporte apreendido e bens bloqueados por ordem do STF
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O ex-governador de Mato Grosso Mauro Mendes (UB), que atualmente é candidato ao Senado, está entre os alvos da Operação Heritage, deflagrada pela Polícia Federal (PF) nesta quinta-feira (6). A investigação apura suspeitas de crimes contra o Sistema Financeiro Nacional, peculato, lavagem de dinheiro e uso indevido de informação privilegiada.
A apuração envolve um acordo firmado entre o Estado de Mato Grosso e a empresa de telefonia Oi para a restituição de valores relacionados a uma disputa tributária. Segundo as investigações que levaram à operação, há indícios de que a transação financeira tenha sido usada para viabilizar o desvio de mais de R$ 308 milhões em recursos públicos.
A suspeita é de que o esquema tenha utilizado uma estrutura financeira formada por fundos de investimento em cascata e empresas interpostas para ocultar e dissimular a origem, a movimentação e a destinação dos valores.
Ao todo, 25 ordens judiciais de busca e apreensão foram expedidas pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), para cumprimento em Mato Grosso, São Paulo, Rondônia e Ceará. Entre os alvos estão ainda dois desembargadores do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) e um parlamentar.
Em Mato Grosso, mandados foram cumpridos na Procuradoria-Geral do Estado (PGE) e em um escritório de advocacia localizado no edifício Maruanã, na Avenida Historiador Rubens de Mendonça, conhecida como Avenida do CPA.
A residência de Mauro Mendes, localizada no Condomínio Alphaville 1, também foi alvo de busca e apreensão. Agentes da Polícia Federal e uma viatura foram vistos nas dependências do condomínio durante o cumprimento da ordem judicial contra o ex-governador.
Além das buscas, Mendes teve o passaporte apreendido e está sujeito à proibição de deixar o país. A operação também determinou medidas como afastamento dos sigilos bancário e fiscal, bloqueio e indisponibilidade de bens até o limite aproximado de R$ 316 milhões e proibição de contato entre os investigados, entre outras medidas cautelares.
Mauro Mendes deixou o comando do Palácio Paiaguás no final de março deste ano para viabilizar sua candidatura ao cargo de senador.
A investigação busca esclarecer a participação dos alvos na suposta estrutura financeira e identificar o destino dos recursos que teriam sido desviados por meio da operação envolvendo o Estado de Mato Grosso e a empresa Oi.
A apuração envolve um acordo firmado entre o Estado de Mato Grosso e a empresa de telefonia Oi para a restituição de valores relacionados a uma disputa tributária. Segundo as investigações que levaram à operação, há indícios de que a transação financeira tenha sido usada para viabilizar o desvio de mais de R$ 308 milhões em recursos públicos.
A suspeita é de que o esquema tenha utilizado uma estrutura financeira formada por fundos de investimento em cascata e empresas interpostas para ocultar e dissimular a origem, a movimentação e a destinação dos valores.
Ao todo, 25 ordens judiciais de busca e apreensão foram expedidas pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), para cumprimento em Mato Grosso, São Paulo, Rondônia e Ceará. Entre os alvos estão ainda dois desembargadores do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) e um parlamentar.
Em Mato Grosso, mandados foram cumpridos na Procuradoria-Geral do Estado (PGE) e em um escritório de advocacia localizado no edifício Maruanã, na Avenida Historiador Rubens de Mendonça, conhecida como Avenida do CPA.
A residência de Mauro Mendes, localizada no Condomínio Alphaville 1, também foi alvo de busca e apreensão. Agentes da Polícia Federal e uma viatura foram vistos nas dependências do condomínio durante o cumprimento da ordem judicial contra o ex-governador.
Além das buscas, Mendes teve o passaporte apreendido e está sujeito à proibição de deixar o país. A operação também determinou medidas como afastamento dos sigilos bancário e fiscal, bloqueio e indisponibilidade de bens até o limite aproximado de R$ 316 milhões e proibição de contato entre os investigados, entre outras medidas cautelares.
Mauro Mendes deixou o comando do Palácio Paiaguás no final de março deste ano para viabilizar sua candidatura ao cargo de senador.
A investigação busca esclarecer a participação dos alvos na suposta estrutura financeira e identificar o destino dos recursos que teriam sido desviados por meio da operação envolvendo o Estado de Mato Grosso e a empresa Oi.
Publicado originalmente em infoverus.com.br



