Justiça bloqueia bens da Verde Transportes após empresa acumular R$ 257 milhões em dívidas fiscais
Grupo está em recuperação judicial para renegociar R$ 44 milhões em débitos, mas juiz apontou descumprimento de obrigações e falta de transparência contábil
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A Justiça determinou o bloqueio dos bens da Verde Transportes durante o processo de recuperação judicial da empresa, que busca renegociar cerca de R$ 44 milhões em dívidas. A decisão foi tomada pelo juiz Márcio Aparecido Guedes, da 1ª Vara Cível de Cuiabá, após o magistrado apontar descumprimento de obrigações assumidas pelo grupo desde a concessão da recuperação, em 2019.
Na decisão, proferida na sexta-feira (10), o juiz destacou problemas como ausência de certidões fiscais, falta de apresentação de documentos contábeis, descumprimento de determinações judiciais e a existência de uma dívida tributária superior a R$ 257 milhões com o Estado de Mato Grosso.
Segundo informações encaminhadas pelo Estado e pelo administrador judicial, a empresa não estaria cumprindo as exigências previstas no processo, além de apresentar dificuldades em demonstrar transparência sobre sua situação financeira.
Diante do cenário, Guedes determinou a indisponibilidade dos bens das empresas que integram o Grupo Verde como medida cautelar para preservar o patrimônio. Conforme informado pela própria empresa no início da recuperação judicial, os ativos do grupo ultrapassam R$ 400 milhões, incluindo imóveis, bens móveis e valores a receber.
O magistrado também concedeu um prazo final para que a Verde regularize as pendências e apresente a documentação exigida. Caso as determinações não sejam cumpridas, poderá ocorrer o afastamento dos atuais administradores.
O processo terá continuidade com a nomeação de um novo administrador judicial e a apresentação de relatórios atualizados sobre a situação financeira do grupo. A Justiça deverá avaliar se há condições para manutenção da recuperação judicial ou se será decretada a falência da empresa.
Na decisão, proferida na sexta-feira (10), o juiz destacou problemas como ausência de certidões fiscais, falta de apresentação de documentos contábeis, descumprimento de determinações judiciais e a existência de uma dívida tributária superior a R$ 257 milhões com o Estado de Mato Grosso.
Segundo informações encaminhadas pelo Estado e pelo administrador judicial, a empresa não estaria cumprindo as exigências previstas no processo, além de apresentar dificuldades em demonstrar transparência sobre sua situação financeira.
Diante do cenário, Guedes determinou a indisponibilidade dos bens das empresas que integram o Grupo Verde como medida cautelar para preservar o patrimônio. Conforme informado pela própria empresa no início da recuperação judicial, os ativos do grupo ultrapassam R$ 400 milhões, incluindo imóveis, bens móveis e valores a receber.
O magistrado também concedeu um prazo final para que a Verde regularize as pendências e apresente a documentação exigida. Caso as determinações não sejam cumpridas, poderá ocorrer o afastamento dos atuais administradores.
O processo terá continuidade com a nomeação de um novo administrador judicial e a apresentação de relatórios atualizados sobre a situação financeira do grupo. A Justiça deverá avaliar se há condições para manutenção da recuperação judicial ou se será decretada a falência da empresa.
Publicado originalmente em infoverus.com.br



