PF conclui primeira fase do caso Banco Master e prepara indiciamento de Vorcaro e ex-presidente do BRB
Relatório do inquérito deve ser apresentado ainda neste mês e também deve incluir o empresário Nelson Tanure entre os investigados apontados pela Polícia Federal.
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A Polícia Federal concluiu as investigações da primeira fase da Operação Compliance Zero, que apura suspeitas envolvendo o Banco Master e o Banco de Brasília (BRB). O relatório final do chamado “inquérito mãe” deve ser apresentado ainda na primeira quinzena deste mês e deve resultar no primeiro indiciamento de investigados no caso. Segundo informações apuradas, a PF deve indiciar o ex-controlador do Banco Master, Daniel Vorcaro, o ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, e o empresário Nelson Tanure.
O inquérito foi aberto a partir de uma denúncia apresentada pelo investidor Vladimir Timerman, que apontou suspeitas de operações consideradas fraudulentas dentro da instituição financeira.
Este será o primeiro indiciamento formal de Vorcaro e dos demais investigados desde o início da operação.
Vorcaro está preso desde março
Daniel Vorcaro está preso em regime fechado desde 4 de março de 2026. A prisão preventiva foi solicitada pela Polícia Federal sob suspeita de tentativa de interferência nas investigações e ameaça a testemunhas, sendo autorizada pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF).
O ex-dono do Banco Master também teve duas tentativas de acordo de colaboração premiada rejeitadas durante o andamento do caso.
Já Paulo Henrique Costa está preso desde 16 de abril de 2026. Conforme a investigação da PF, ele é suspeito de receber cerca de R$ 146,5 milhões em vantagens indevidas por meio de imóveis, em troca de favorecer a tentativa de aquisição do Banco Master pelo BRB.
Tanure é apontado como sócio oculto
O empresário Nelson Tanure, que também deve ser indiciado, é investigado pela suspeita de atuar como sócio oculto do Banco Master, exercendo influência sobre a instituição por meio de fundos e estruturas societárias.
Diferentemente de Vorcaro e Paulo Henrique, Tanure não está preso. Ele foi alvo de mandado de busca e apreensão durante a primeira fase da Operação Compliance Zero.
A operação investiga possíveis irregularidades em negócios envolvendo instituições financeiras e movimentações consideradas suspeitas pela Polícia Federal.
O inquérito foi aberto a partir de uma denúncia apresentada pelo investidor Vladimir Timerman, que apontou suspeitas de operações consideradas fraudulentas dentro da instituição financeira.
Este será o primeiro indiciamento formal de Vorcaro e dos demais investigados desde o início da operação.
Vorcaro está preso desde março
Daniel Vorcaro está preso em regime fechado desde 4 de março de 2026. A prisão preventiva foi solicitada pela Polícia Federal sob suspeita de tentativa de interferência nas investigações e ameaça a testemunhas, sendo autorizada pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF).
O ex-dono do Banco Master também teve duas tentativas de acordo de colaboração premiada rejeitadas durante o andamento do caso.
Já Paulo Henrique Costa está preso desde 16 de abril de 2026. Conforme a investigação da PF, ele é suspeito de receber cerca de R$ 146,5 milhões em vantagens indevidas por meio de imóveis, em troca de favorecer a tentativa de aquisição do Banco Master pelo BRB.
Tanure é apontado como sócio oculto
O empresário Nelson Tanure, que também deve ser indiciado, é investigado pela suspeita de atuar como sócio oculto do Banco Master, exercendo influência sobre a instituição por meio de fundos e estruturas societárias.
Diferentemente de Vorcaro e Paulo Henrique, Tanure não está preso. Ele foi alvo de mandado de busca e apreensão durante a primeira fase da Operação Compliance Zero.
A operação investiga possíveis irregularidades em negócios envolvendo instituições financeiras e movimentações consideradas suspeitas pela Polícia Federal.
Publicado originalmente em infoverus.com.br



