Júlio aponta suposta “mala branca” em convenção que decidirá futuro do União
O deputado também disse acreditar que os filiados não aceitarão qualquer tipo de influência externa na decisão
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O clima de disputa interna no União Brasil ganhou uma pitada de polêmica nesta quarta-feira (15), após o deputado estadual Júlio Campos (União) revelar que o grupo favorável à candidatura do senador Jayme Campos ao Governo de Mato Grosso recebeu relatos de supostas tentativas de cooptação de convencionais às vésperas da convenção estadual da sigla, marcada para o próximo dia 30 de julho. Segundo o parlamentar, caso as denúncias sejam comprovadas, o episódio será levado ao Ministério Público Eleitoral.
De acordo com Júlio, integrantes do partido no interior do Estado informaram que pessoas estariam procurando prefeitos e convencionais oferecendo vantagens para influenciar o resultado da votação, que decidirá se o União Brasil lançará candidatura própria ao Palácio Paiaguás ou manterá aliança com o Republicanos, em apoio ao governador Otaviano Pivetta, que buscará a reeleição.
Ao comentar as informações, o deputado afirmou que as movimentações já estariam em andamento.
“Já começou. Nós estamos ainda recebendo as denúncias do interior, de que alguns emissários já estão chegando a determinados convencionais do partido, oferecendo coisas”, declarou ao ser questionado sobre a existência de uma suposta operação de “mala branca” dentro da legenda.
Apesar das acusações, Júlio ressaltou que o grupo ainda reúne elementos antes de formalizar qualquer denúncia. Segundo ele, a intenção é acompanhar de perto os relatos e, caso sejam confirmados, recorrer à Justiça Eleitoral.
“Nós estamos patrulhando isso, porque isso é caso de gravidade. Se isso realmente for constatado, nós vamos acionar o Ministério Público Eleitoral para acompanhar de perto isso”, afirmou.
Questionado se os supostos articuladores teriam ligação com o setor do agronegócio, o parlamentar evitou fazer afirmações categóricas.
Mesmo diante das denúncias, Júlio demonstrou confiança de que o grupo liderado pelo senador Jayme Campos conquistará a maioria dos votos na convenção. Segundo ele, o colégio eleitoral da legenda foi reduzido de 50 para 48 convencionais após um integrante perder o direito de voto por exercer dupla representação partidária e outro deixar o partido.
O deputado também disse acreditar que os filiados não aceitarão qualquer tipo de influência externa na decisão.
“Estamos plenamente confiantes de que a grande maioria dos militantes, filiados e convencionais são pessoas dignas, honradas, que não vão aceitar propostas indecorosas vindas de determinados empresários que têm grandes interesses no Governo de Mato Grosso”, declarou.
De acordo com Júlio, integrantes do partido no interior do Estado informaram que pessoas estariam procurando prefeitos e convencionais oferecendo vantagens para influenciar o resultado da votação, que decidirá se o União Brasil lançará candidatura própria ao Palácio Paiaguás ou manterá aliança com o Republicanos, em apoio ao governador Otaviano Pivetta, que buscará a reeleição.
Ao comentar as informações, o deputado afirmou que as movimentações já estariam em andamento.
“Já começou. Nós estamos ainda recebendo as denúncias do interior, de que alguns emissários já estão chegando a determinados convencionais do partido, oferecendo coisas”, declarou ao ser questionado sobre a existência de uma suposta operação de “mala branca” dentro da legenda.
Apesar das acusações, Júlio ressaltou que o grupo ainda reúne elementos antes de formalizar qualquer denúncia. Segundo ele, a intenção é acompanhar de perto os relatos e, caso sejam confirmados, recorrer à Justiça Eleitoral.
“Nós estamos patrulhando isso, porque isso é caso de gravidade. Se isso realmente for constatado, nós vamos acionar o Ministério Público Eleitoral para acompanhar de perto isso”, afirmou.
Questionado se os supostos articuladores teriam ligação com o setor do agronegócio, o parlamentar evitou fazer afirmações categóricas.
Mesmo diante das denúncias, Júlio demonstrou confiança de que o grupo liderado pelo senador Jayme Campos conquistará a maioria dos votos na convenção. Segundo ele, o colégio eleitoral da legenda foi reduzido de 50 para 48 convencionais após um integrante perder o direito de voto por exercer dupla representação partidária e outro deixar o partido.
O deputado também disse acreditar que os filiados não aceitarão qualquer tipo de influência externa na decisão.
“Estamos plenamente confiantes de que a grande maioria dos militantes, filiados e convencionais são pessoas dignas, honradas, que não vão aceitar propostas indecorosas vindas de determinados empresários que têm grandes interesses no Governo de Mato Grosso”, declarou.
Publicado originalmente em en.com.br



