Pivetta diz confiar em acordo com Podemos e evita pressionar Max por apoio em 2026
Governador afirma que mantém boa relação com dirigentes da sigla e acredita em entendimento
Por Everson Teodoro1 min de leitura

O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) afirmou que acredita na construção de um entendimento com o Podemos para contar com o partido em seu eventual palanque na disputa pelo Governo de Mato Grosso em 2026. Ao comentar a relação com o presidente estadual da legenda, deputado Max Russi, Pivetta destacou a parceria construída nos últimos anos, mas evitou antecipar qualquer definição sobre alianças eleitorais.
“Eu sei que tenho uma boa relação com ele e com todos os companheiros do partido dele. Nós trabalhamos juntos aqui já fazem oito anos e eu tenho certeza de que vamos chegar a um bom termo”, declarou.
A manifestação ocorre um dia após Max Russi participar do lançamento das pré-candidaturas do ex-governador Mauro Mendes (União Brasil) ao Senado e da primeira-dama Virgínia Mendes à Câmara Federal, movimento interpretado nos bastidores como um gesto de aproximação entre o Podemos e o grupo governista.
Apesar das especulações, Max evitou comentar um eventual apoio à candidatura de Pivetta e desconversou ao ser questionado sobre o tema.
“Vamos conversar, quero falar do projeto”, respondeu, mudando o foco da entrevista para o pedido de autorização do empréstimo de R$ 1,5 bilhão encaminhado pelo governo à Assembleia Legislativa.
Nos bastidores, o presidente estadual do Podemos tem sinalizado que o partido não pretende antecipar uma definição sobre a eleição para o Palácio Paiaguás. Embora a legenda faça parte da base do atual governo e tenha recebido diversos integrantes do grupo político de Mauro Mendes, Max nunca confirmou apoio automático ao projeto de Pivetta.
Ao contrário, o dirigente tem afirmado que o Podemos pretende dialogar com todos os pré-candidatos ao Governo do Estado antes de tomar uma decisão. Entre eles está o senador Wellington Fagundes (PL), aliado político de longa data de Max Russi e também pré-candidato à sucessão estadual.
“Eu sei que tenho uma boa relação com ele e com todos os companheiros do partido dele. Nós trabalhamos juntos aqui já fazem oito anos e eu tenho certeza de que vamos chegar a um bom termo”, declarou.
A manifestação ocorre um dia após Max Russi participar do lançamento das pré-candidaturas do ex-governador Mauro Mendes (União Brasil) ao Senado e da primeira-dama Virgínia Mendes à Câmara Federal, movimento interpretado nos bastidores como um gesto de aproximação entre o Podemos e o grupo governista.
Apesar das especulações, Max evitou comentar um eventual apoio à candidatura de Pivetta e desconversou ao ser questionado sobre o tema.
“Vamos conversar, quero falar do projeto”, respondeu, mudando o foco da entrevista para o pedido de autorização do empréstimo de R$ 1,5 bilhão encaminhado pelo governo à Assembleia Legislativa.
Nos bastidores, o presidente estadual do Podemos tem sinalizado que o partido não pretende antecipar uma definição sobre a eleição para o Palácio Paiaguás. Embora a legenda faça parte da base do atual governo e tenha recebido diversos integrantes do grupo político de Mauro Mendes, Max nunca confirmou apoio automático ao projeto de Pivetta.
Ao contrário, o dirigente tem afirmado que o Podemos pretende dialogar com todos os pré-candidatos ao Governo do Estado antes de tomar uma decisão. Entre eles está o senador Wellington Fagundes (PL), aliado político de longa data de Max Russi e também pré-candidato à sucessão estadual.
Publicado originalmente em infoverus.com.br



